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Estudantes paraenses de escola estadual usam miriti, sucata e programação para criar robô que detecta gás metano e transforma tecnologia de baixo custo em ferramenta de sustentabilidade
Escrito por Romário Pereira de Carvalho
Publicado em 29/08/2026 às 09:10
Atualizado em 29/08/2026 às 09:38
Ciência e Tecnologia
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Projeto desenvolvido por alunos de escola estadual em Abaetetuba usa miriti, sucata eletrônica e robótica de baixo custo para detectar metano, promover educação ambiental e ampliar conhecimentos sobre tecnologia, sustentabilidade e mudanças climáticas entre estudantes
Alunos da Escola Estadual de Tempo Integral Professor Bernardino Pereira de Barros, em Abaetetuba, no Nordeste do Pará, desenvolveram um robô detector de gás metano usando miriti e sucata eletrônica. O equipamento integra um projeto escolar de robótica que combina tecnologia de baixo custo, sustentabilidade e educação ambiental.
Robô detector de gás metano usa materiais simples e reaproveitados
A criação nasceu dentro do projeto de robótica mantido pela escola. A proposta dos estudantes é utilizar tecnologia acessível para abordar os problemas ambientais relacionados às emissões de gás metano.
O protótipo foi produzido com materiais como miriti e componentes provenientes de sucata eletrônica. O trabalho também envolve diferentes etapas técnicas, desde a estrutura física do equipamento até sua programação.
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Segundo o professor orientador Sebastião Gomes, a iniciativa utiliza a robótica educacional e sustentável para inserir tecnologia no ambiente escolar e, ao mesmo tempo, estimular discussões relacionadas à qualidade de vida e ao bem-estar.
Projeto do robô relaciona robótica às mudanças climáticas
O professor afirmou que as informações obtidas durante o trabalho mostraram aos estudantes como ações humanas estão relacionadas a impactos nas mudanças climáticas globais, incluindo aqueles associados às emissões de gás metano.
Para Sebastião Gomes, levar esse tipo de problema ambiental para a sala de aula com apoio da tecnologia contribui para formar estudantes mais proativos e conscientes de sua responsabilidade social.
A proposta também chama atenção para a necessidade de ações capazes de reduzir as emissões de metano como forma de diminuir as taxas de aquecimento global, conforme explicado pelo educador durante o projeto.
Protótipo ainda passará por testes e melhorias
O robô detector de gás metano ainda não havia sido finalizado até meados do ano passado. A previsão dentro do projeto é que o equipamento seja utilizado em campo e, a partir dessa experiência, passe por ajustes e novas evoluções.
Os estudantes trabalham divididos em equipes. Um grupo é responsável pela montagem, outro cuida da confecção do protótipo em miriti e uma terceira equipe atua na programação do equipamento.
Para Thiele Pimentel, estudante do 2º ano do Ensino Médio, participar da iniciativa trouxe uma nova perspectiva sobre o futuro e ampliou seus conhecimentos relacionados à robótica e à sustentabilidade.
Esta matéria foi elaborada com base nas informações fornecidas sobre o projeto da Escola Estadual de Tempo Integral Professor Bernardino Pereira de Barros, com dados, informações e declarações preservados conforme o material consultado.
Fonte
https://www.portalcultura
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Romário Pereira de Carvalho.

