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Aos 30 anos, Ítalo Ferreira vendeu pranchas usadas em competições, arrecadou R$ 100 mil em uma hora, completou o valor do próprio bolso e seguiu com jet-skis e veículos 4×4 para cidades devastadas pelas enchentes para ajudar nos resgates
Escrito por Caio Aviz
Publicado em 03/09/2026 às 11:52
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Ítalo Ferreira vendeu pranchas usadas em treinamentos e competições, arrecadou cerca de R$ 100 mil em apenas uma hora, completou o valor do próprio bolso e seguiu para cidades devastadas pelas enchentes, onde distribuiu marmitas e apoiou resgates com jet-skis e veículos 4×4
Ítalo Ferreira arrecadou aproximadamente R$ 100 mil em apenas uma hora ao vender pranchas autografadas usadas em treinamentos e competições. O dinheiro foi destinado às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul.
O campeão olímpico ainda anunciou que completaria o valor com recursos próprios. Além disso, afirmou que continuaria disponibilizando outros materiais para ampliar a ajuda.
No entanto, a participação do surfista não terminou com a arrecadação.
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Ítalo também enviou jet-skis e veículos com tração 4×4 para auxiliar as equipes que trabalhavam nas áreas alagadas. Depois, viajou ao estado e participou pessoalmente da distribuição de refeições e das ações de resgate.
Pranchas da carreira foram transformadas em ajuda
Ítalo selecionou diferentes pranchas ligadas à própria trajetória esportiva e colocou os equipamentos à venda com autógrafos.
Parte delas havia sido utilizada em treinamentos. Outras acompanharam o atleta em competições e carregavam uma ligação direta com momentos importantes de sua carreira.
As primeiras informações divulgadas mencionavam dez unidades. Posteriormente, algumas reportagens indicaram que aproximadamente 17 pranchas teriam sido comercializadas durante a mobilização.
Embora as fontes apresentem números diferentes sobre a quantidade, elas convergem no principal resultado: a iniciativa arrecadou cerca de R$ 100 mil em apenas uma hora.
A procura rápida mostrou como equipamentos esportivos pessoais poderiam ser convertidos em recursos para atender famílias atingidas pelo desastre.
Ítalo informou que o dinheiro seria direcionado à população gaúcha. O atleta também declarou que acrescentaria uma quantia do próprio bolso ao total arrecadado.
Jet-skis e veículos 4×4 chegaram às áreas alagadas
A contribuição não ficou restrita ao dinheiro obtido com as pranchas.
Ítalo disponibilizou jet-skis e veículos com tração 4×4 para apoiar as operações realizadas em locais onde automóveis comuns não conseguiam circular.
Os jet-skis poderiam chegar a ruas completamente tomadas pela água, enquanto os veículos maiores ajudariam no transporte de voluntários, alimentos, equipamentos e moradores.
Assista o vídeo
Dessa forma, o surfista atuou em duas necessidades diferentes. A arrecadação financiava suprimentos, enquanto os veículos ofereciam apoio imediato aos deslocamentos e resgates.
Ítalo chegou ao Rio Grande do Sul em 8 de maio e se juntou a uma mobilização que reunia atletas, voluntários e equipes locais.
A viagem também colocou o campeão olímpico diretamente em contato com a realidade enfrentada pela população.
Campeão olímpico distribuiu marmitas e apoiou resgates
Durante a permanência no estado, Ítalo ajudou a distribuir marmitas para moradores afetados pelas enchentes e para voluntários envolvidos nas operações.
O surfista também acompanhou atividades de resgate ao lado de Pedro Scooby, Lucas Chumbo e outros integrantes ligados ao esporte.
As imagens da mobilização mostraram Ítalo longe das ondas e do ambiente das grandes competições. Ele apareceu carregando alimentos, organizando doações e trabalhando junto às equipes presentes nas regiões atingidas.
A atuação ganhou ainda mais repercussão por envolver um dos principais nomes do esporte brasileiro.
Ítalo conquistou, nos Jogos Olímpicos de Tóquio, a primeira medalha de ouro do surfe na história olímpica. Na ocasião, superou adversários dentro do mar e tornou-se uma referência mundial da modalidade.
No Rio Grande do Sul, entretanto, usou essa visibilidade para chamar atenção para as necessidades das famílias e incentivar novas contribuições.
Dinheiro, equipamentos e trabalho presencial atenderam frentes diferentes
A mobilização organizada pelo atleta reuniu três formas complementares de ajuda.
Os aproximadamente R$ 100 mil poderiam ser utilizados na compra de alimentos, água, produtos de higiene e outros itens essenciais. Os jet-skis e veículos 4×4, por sua vez, tinham utilidade imediata nas áreas de difícil acesso.
A presença de Ítalo acrescentou uma terceira frente: o trabalho direto com voluntários e moradores.
Assim, o surfista não apenas abriu mão de equipamentos associados à própria carreira. Ele também investiu recursos pessoais, disponibilizou meios de transporte e seguiu para a região atingida.
O gesto transformou pranchas usadas em competições em comida, materiais e apoio para quem enfrentava uma das maiores tragédias climáticas da história do Rio Grande do Sul.
Para você, o que foi mais marcante: Ítalo Ferreira vender as pranchas de sua carreira ou viajar pessoalmente ao Rio Grande do Sul para ajudar as vítimas? Deixe nos comentários.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Caio Aviz.

