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Motorista de aplicativo vê idosa quase cair porque os freios do andador estavam quebrados, interrompe a rotina para ajudá-la e decide comprar um equipamento novo com o próprio dinheiro, mesmo sabendo que uma conta poderia atrasar, gesto motivado pela lembrança do pai, que morreu após sofrer uma queda
Escrito por Carla Teles
Publicado em 07/09/2026 às 17:37
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A motorista de aplicativo Veneeca Neal buscava Alva Poole para uma consulta médica quando percebeu o andador sem freios e evitou uma queda; depois decidiu comprar outro equipamento para ela com o próprio dinheiro, mesmo que uma conta atrasasse, motivada pela morte do pai após uma queda que considerou fatal.
A motorista de aplicativo Veneeca Neal havia chegado para buscar Alva Poole e levá-la a uma consulta médica quando percebeu que o andador usado pela passageira continuava rolando enquanto ela tentava alcançá-lo. Alva quase perdeu o equilíbrio, e Veneeca saiu rapidamente do carro para segurar o equipamento e ajudá-la.
Segundo Crosswalk em 19 de agosto de 2025, com base no caso divulgado originalmente pela WAVY TV 10, emissora local da região de Hampton Roads, a situação não terminou naquela corrida. Veneeca decidiu depois comprar um andador novo para Alva com o próprio dinheiro, porque temia que os freios quebrados provocassem uma queda grave.
Motorista de aplicativo percebeu que freios do andador não funcionavam
Veneeca observava Alva pelo retrovisor quando percebeu a dificuldade. A passageira fechava a porta e tentava alcançar o andador, mas o equipamento continuava se afastando porque os freios estavam quebrados.
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Quando Alva se inclinou para tentar segurá-lo, chegou perto de cair. A motorista interrompeu o que estava fazendo, saiu do veículo, alcançou o andador e o devolveu à passageira antes que a situação se agravasse.
Corrida continuou, mas preocupação ficou com a motorista
Depois da intervenção, a viagem para a consulta médica ocorreu sem novos problemas. Para Veneeca, porém, a falha do equipamento não deixou de representar um risco.
Ela continuou pensando no que poderia acontecer quando Alva precisasse utilizar o andador novamente sem alguém por perto. O problema não era apenas de conforto: a ausência de freios poderia facilitar outra perda de equilíbrio.
Veneeca decidiu comprar outro andador com dinheiro próprio
A partir dessa preocupação, a motorista de aplicativo tomou uma decisão que não fazia parte da corrida original: comprar um novo equipamento para a passageira.
Veneeca afirmou que estava disposta a fazer o gasto mesmo que isso significasse atrasar uma de suas próprias contas. Na avaliação dela, uma dívida poderia ser paga posteriormente, enquanto uma vida perdida em uma queda não poderia ser recuperada.
Novo equipamento tinha freios funcionando
Em uma segunda-feira pela manhã, Veneeca voltou à casa de Alva não para realizar uma nova corrida, mas para entregar o presente.
O novo andador tinha freios funcionando e substituiu o equipamento que havia provocado a situação de risco. A entrega eliminava justamente o defeito que Veneeca havia observado quando encontrou a passageira.
Marido de Alva também temia uma nova queda
James, marido de Alva, relatou que a situação vinha causando preocupação dentro de casa. Sem freios confiáveis, havia receio de que ela perdesse o controle do equipamento.
A chegada do novo andador trouxe alívio para a família. O risco que antes precisava ser administrado a cada deslocamento passou a ser reduzido com a substituição do equipamento defeituoso.
Decisão trouxe lembrança do pai da motorista
A reação de Veneeca tinha também uma origem pessoal. Ao ver Alva quase cair, ela se lembrou do próprio pai, um veterano militar que enfrentava problemas de saúde.
Segundo o relato da motorista de aplicativo, ele estava debilitado, fazia diálise e também enfrentava câncer de próstata. Essa condição havia afetado sua mobilidade e contribuído para episódios de queda.
Terceira queda do pai acabou sendo fatal
Veneeca contou que o pai caiu mais de uma vez durante o período em que estava enfraquecido. Na terceira queda, ele sofreu o episódio que a família considerou fatal e morreu.
Essa experiência fez com que ela interpretasse de maneira diferente o que presenciou com Alva. Em vez de enxergar apenas um problema mecânico no andador, associou imediatamente a situação ao risco de uma queda com consequências graves.
Memória influenciou decisão de agir além da corrida
O histórico familiar ajuda a explicar por que Veneeca não considerou suficiente apenas evitar a queda naquele primeiro momento.
Depois de concluir a viagem, a preocupação permaneceu. Ela sabia, pela própria experiência familiar, que dificuldades de mobilidade e quedas podem produzir consequências muito maiores do que parecem inicialmente.
Compra poderia significar atraso em uma conta pessoal
Veneeca também deixou claro que a compra não era financeiramente indiferente para ela. O valor utilizado no novo andador poderia fazer falta em outra obrigação.
Ainda assim, decidiu priorizar o equipamento. A motorista de aplicativo aceitou a possibilidade de pagar uma conta depois para reduzir um risco que considerava imediato para Alva.
Caso começou em uma corrida comum para consulta médica
Assista o vídeo
Não havia uma relação anterior descrita entre as duas que explicasse a compra. Veneeca chegou à residência como motorista encarregada de levar Alva a uma consulta.
A sequência mudou quando ela observou o andador rolando e a passageira tentando alcançá-lo. Um detalhe percebido durante uma tarefa cotidiana acabou provocando uma ação que ultrapassou o serviço de transporte.
Motorista voltou à casa, mas dessa vez sem passageiro para buscar
Na entrega seguinte, o objetivo já não era transportar Alva. Veneeca apareceu com o novo andador e o deixou diretamente na residência da passageira.
A cena fechou o ciclo iniciado dias antes: primeiro ela impediu que Alva caísse; depois eliminou a causa que havia provocado aquele risco. O equipamento novo substituiu justamente o andador cujos freios não funcionavam.
Motorista de aplicativo transforma preocupação em ajuda concreta
O episódio começou quando uma motorista de aplicativo percebeu uma passageira quase perder o equilíbrio por causa de um equipamento defeituoso. Poderia ter terminado depois que Veneeca evitou a queda e completou a corrida, mas ela decidiu voltar.
A lembrança da morte do pai fez com que o risco parecesse pessoal demais para ser ignorado, mesmo que a compra pesasse no próprio orçamento. Você também atrasaria uma conta para comprar um equipamento de segurança para alguém que acabou de conhecer ou consideraria que essa responsabilidade deveria caber à família ou a algum serviço público? Conte nos comentários.
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

