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União Europeia quer limitar híbridos da China a 350 mil carros por ano, com teto de quatro anos e alta anual de 6% para frear avanço chinês no mercado europeu
Escrito por Romário Pereira de Carvalho
Publicado em 15/10/2026 às 12:33
Atualizado em 15/10/2026 às 12:40
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Proposta da União Europeia estabelece teto inicial para veículos híbridos e híbridos plug-in produzidos na China, prevê aumento anual de 6% e busca reduzir pela metade a participação chinesa no mercado europeu em quatro anos
A União Europeia prepara uma nova restrição comercial contra os híbridos chineses. O bloco pretende controlar a entrada desses veículos durante quatro anos, após negociações com Pequim, e a medida poderá começar a valer em dezembro de 2026.
Limite de importação terá aumento anual de 6%
Segundo reportagem publicada pelo UOL, o plano estabelece um teto inicial de 350 mil veículos por ano, incluindo modelos híbridos convencionais e híbridos plug-in.
O limite deverá crescer 6% anualmente. Mesmo com esse aumento, a expectativa das autoridades europeias é reduzir em mais da metade o volume de híbridos exportados pela China ao bloco.
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Participação chinesa poderá cair pela metade
De acordo com a agência Reuters, as exportações chinesas de híbridos para a região caminhavam para atingir 800 mil unidades em 2026.
Com a restrição, a participação dos veículos fabricados na China no mercado europeu poderá recuar dos atuais 12% para aproximadamente 6%.
China também concorda em reduzir tarifas comerciais
As negociações envolveram concessões dos dois lados. Segundo um alto funcionário europeu, a China concordou em reduzir tarifas sobre aproximadamente 4 bilhões de euros em mercadorias exportadas pela União Europeia.
Entre os produtos beneficiados estão autopeças, calçados, sorvetes e azeite de oliva.
Medida poderá começar em dezembro
A previsão é que o controle das importações entre em vigor no início de dezembro. O mecanismo terá duração de quatro anos, conforme os termos anunciados pelas autoridades europeias.
Matéria elaborada com base nas informações deste artigo do UOL.
Fonte
https://economia.uol.com.
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Romário Pereira de Carvalho.

