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Home»Brasil»Gente do campo: quilombo Cafundó luta pela terra há 150 anos e mantém viva tradição dos ancestrais
Brasil

Gente do campo: quilombo Cafundó luta pela terra há 150 anos e mantém viva tradição dos ancestrais

Por Leandro Matthaus19 de novembro de 20221 Min Read
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Há 150 anos, o quilombo Cafundó enfrenta lutas pela propriedade que foi doada aos ancestrais ainda antes da escravidão no Brasil acabar. Desde então, grileiros invadem parte do território.

A equipe do g1 foi até Salto do Pirapora, interior de São Paulo, aprender a história da comunidade.

O quilombo cafundó vive da produção de hortaliças, comercializadas na venda de cestas e pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), além disso a comunidade tem uma iniciativa com polinização de abelhas, para fertilizar a produção.

A população também pratica o artesanato. O quilombo busca manter viva a tradição dos ancestrais, caso da fabricação da boneca abayomi, a primeira de pano a entrar no Brasil.

No passado, ela era feita pelas mães escravizadas, ainda no navio negreiro, para que fosse entregue aos filhos que seriam separados delas. A ideia é que o tecido, retirado da própria saia da mãe, daria pistas às crianças sobre de onde vieram.

No Cafundó, também há o uso de uma língua própria, o quimbundo. Original de Angola, o idioma era usado pelos escravizados para se comunicarem sem que o homem branco os entendesse.

Leia mais no G1

Fonte: Vivian Souza e Fábio Tito, g1
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