Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Servidores rebatem aprovação de lei que permite demissão

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    Sindicatos e servidores públicos do Acres estão insatisfeitos com o projeto que permite a demissão de funcionários públicos estáveis por “insuficiência de desempenho” foi aprovado pela a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado ontem (4). O texto ainda passará pela Comissão de Assuntos Sociais, Comissão de Direitos Humanos e Comissão de Transparência e Governança antes de seguir para o plenário do Senado.

    O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Estaduais, conta que o sindicato está fazendo uma movimentação no Congresso Nacional impedindo que a lei seja aprovada.

    “Estamos num país que não é sério, se fosse, ia ser favorável para o contribuinte de modo geral. Mas, na verdade, o servidor público fica exposto para vários secretários e chefes que entram e querem tirar e colocar funcionários. Então eu sou contra a falta de estabilidade do serviço público, isso tira a segurança do servidor e transforma o serviço público numa moeda de troca”.

    O diretor do Sindicato dos Servidores Públicos Federais, relembra que este projeto de lei está sendo restabelecido como uma forma de amedrontar a população. “Esse é um projeto de lei que foi ‘requentado’, porque o serviço público já tem todos os instrumentos legais de demitir e essa demissão do servidor público estável já consta na Emenda Constitucional nº 20 de 1998. Então eles deviam fazer algo para investir na carreira do servidor público em vez de querer aparecer na imprensa”, enfatiza.

    Esclarece que não mudou nada no projeto de lei. “O servidor público recebe uma gratificação avaliativa proveniente desse projeto, todo ano, tem metas a cumprir e se ele for reprovado em duas avaliações com menos de 50% a lei determina uma reciclagem e se ele continuar dessa forma é aberto um processo administrativo em que ele é demitido”.

    O projeto 

    De acordo com o projeto, relatado pelo senador Lasier Martins (PSD-RS), serão estabelecidos critérios para avaliação anual do desempenho dos servidores por meio de uma comissão de três superiores. Caso não alcancem um desempenho mínimo, os servidores perdem a estabilidade e podem ser desligados.

    Na prática, a tramitação mais longa pode deixar o projeto por anos parado. O texto regulamente o artigo 41 da Constituição Federal que diz que o servidor estável pode perder a vaga em caso de resultado insatisfatório “mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa”. O projeto aprovado na CCJ é essa lei complementar que estabelece como deve ser feita avaliação.

    Durante a discussão na CCJ, o relator flexibilizou alguns pontos do projeto original, como a periodicidade da avaliação, de semestral para anual. Para o relator, o projeto não mexe com a estabilidade dos servidores, apenas estabelece os critérios de avaliação.

    Pelo projeto, o servidor só pode ser desligado se tiver nota menor do que três, de zero a dez, em mais de uma avaliação seguida em critérios objetivos como assiduidade e compromisso. Se for mal avaliado, ele tem meios de melhorar a avaliação em até três anos.

    Com informações Acrítica

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