Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    TARAUACÁ: EX-PREFEITO TEM 72 AFILHADOS

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    O ex-prefeito de Tarauacá, Cleudo Rocha, tem 57 anos de idade e, acredite, 72 afilhados. Isso mesmo. Ele é compadre de 72 casais, quase todos em seu município. “Tem alguns compadres em Feijó e em Rio Branco, mas são poucos”, diz. Todos os afilhados foram batizados na igreja da Paróquia de São José. Compadre Cleudo não anda cem metros numa rua de seu município sem que alguém lhe tome a benção. Coisa saudável do interior. “Já teve vezes que eu nem me lembrava que era padrinho do cara”, conta, irônico. É que alguns desses afilhados já são vovôs.

    Cleudo Rocha é filho de um também ex-prefeito de Tarauacá, o município mais político abaixo da linha do Equador, que se localiza a 408 km de Rio Branco. O pai dele era o professor e delegado de polícia Tupanir Gaudêncio, que administrou a cidade entre 1966 a 1971. Ainda é muito lembrado por duas razões: foi o primeiro a sair da Câmara de vereadores para ser prefeito – só o filho Cleudo também viveu a mesma história; e por ter morrido naquele acidente de avião ocorrido em 1971 em Sena Madureira, no qual morreu também o então bispo da prelazia Acre/Purus, Dom Giocondo Maria Grotti. No mesmo vôo estava também o irmão mais velho do Cleudo, o Cleiber.

    Com o pai e o irmão mais velho mortos, Cleudo Rocha passou a ser o único homem da casa, porque dos seis irmãos, quatro eram meninas. Junto com sua mãe, dona Teresinha Rocha, viúva aos 36 anos, ele passou a administrar a fazenda do pai, às margens do rio Tarauacá. “Um dia um professor me perguntou o que eu queria ser quando crescesse e eu respondi na lata: prefeito. Quero ser prefeito de Tarauacá”, conta Cleudo Rocha ao Blog. Dito e feito. Foi primeiro vereador, entre 1988 a 1992. Depois foi prefeito. Como seu pai.

    Atualmente, Cleudo Rocha é uma relíquia política, com muito prestígio ainda. Ajudou na campanha do ano passado candidata Marilete Vitorino (PSD), no final eleita. Com a bagagem política acumulada, Cleudo ajuda nos arranjos políticos para dar governabilidade à administração de Marilete. Tudo sempre com muito bom humor, como um bom compadre do interior do Acre. Ele é o presidente do partido da prefeita, o PSD do senador Sérgio Petecão. De certo mesmo é que ninguém morre pagão na efervescente Tarauacá.

    Blog do Evandro Cordeiro

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