Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Petecão é denunciado por pagar R$ 100 a funcionários e ficar com o resto

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    A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, denunciou, nesta segunda-feira, 18, o senador Sérgio Petecão (PSD-AC) por supostos desvios dos salários de seus assessores à época em que era presidente da Assembleia Legislativa do Acre. Segundo a denúncia, os crimes teriam acontecido entre 1999 e 2007.

    O processo contra Petecão nasceu a partir de um processo trabalhista de um ex-assessor que era contratado pela Casa, mas que disse ter prestado somente serviços particulares ao parlamentar.

    Raquel diz que ’em seu depoimento nos autos do inquérito, Juliano Rodrigues de Arado Matos deixou claro que trabalhava no interesse particular ou eleitoral do primeiro denunciado e de sua família; recebia uma quantia bem aquém do salário de assessor parlamentar; e não tinha conhecimento, à época em que prestava a atividade laboral, que era funcionário da Assembleia Legislativa do Estado do Acre.

    “Ficou comprovado que eram pessoas humildes, que prestavam serviços esporádicos ao denunciado, em regra como cabos eleitorais, recebiam valores irrisórios em espécie, e não tinham conhecimento que mantinham vínculo laboral permanente com a Assembleia Legislativa do Estado’”, sustenta.

    Nos autos do inquérito, 14 funcionários disseram não trabalhar para a Casa e que chegavam a receber R$ 100 por mês, em espécie. Muitos alegaram não saber do vínculo com a Assembleia.

    “De acordo com investigações da Polícia Federal, pessoas simples, que mantinham vínculos de natureza particular com o denunciado, eram contratadas como secretários parlamentares, mas não exerciam as atividades do cargo. Em vez de receberem o salário equivalente, percebiam valores bem inferiores, em alguns casos, R$ 100 por mês, sempre pagos em espécie no próprio gabinete do então deputado estadual. Muitos trabalhavam como cabos eleitorais, organizando atividades como bingos e torneios de futebol”, diz Raquel.

    Além de Petecão, foram denunciados, por falso testemunho, João Rodrigues do Nascimento Filho, Drielle Mendes Pereira, Maria Gomes da Costa Santos e Risoleta de Queiroz Costa Sobrinho.

    Segundo a denúncia da PGR, todos eles mentiram no curso do processo penal com o objetivo de eliminar ou simular as provas que estavam sendo colhidas.

    A PGR pede, em caso de condenação do senador, perda do mandato, devolução do dinheiro e indenização por dano moral equivalente ao dobro do valor desviado, corrigido.

    COM A PALAVRA, PETECÃO

    Por meio de sua assessoria, o senador Petecão informou que encontra-se no interior do Acre. O senador destacou, ainda segundo sua assessoria, que ‘não tem noção da íntegra da denúncia’ da Procuradoria-Geral da República. O assessor disse que Petecão teve acesso apenas à informação de que houve denúncia da Procuradoria, mas que precisa primeiro tomar conhecimento de todo o teor da acusação para poder se manifestar. (AC24Horas)

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