Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    MANOEL URBANO: “Não morri porque meu irmão atirou nela”, afirma caçador atacado por onça no município

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    Imagine que você vai caçando na mata e num piscar de olhos uma onça pula em cima de você. O caçador Gustavo Seixas, de 47 anos, passou por essa situação, nas matas selvagens do Rio Chandles, afluente do Rio Purus, em Manoel Urbano, Acre.

    “Ela fica mais feroz quando está parida”, disse o caçador que escapou da morte/Foto: reprodução (montagem)

    “Estou contando a história porque Deus e meu irmão me salvaram. Não pude fazer nada. Quando dei por mim, a bicha já tinha me derrubado, e me feriu todo”, relata Seixas.

    Ele afirma que foi vítima da fúria de uma enorme onça pintada, que estava cuidando do filhotinho. O fato não é recente, mas Gustavo carrega cicatrizes do ataque na cabeça, nos braços e nas mãos até hoje.

    No dia do ocorrido, o homem conta que saiu para caçar animais silvestres na companhia de um irmão e, ao abrir um pequeno caminho em uma área de mata nativa, esbarrou com o felino. Gustavo andava na frente e não percebeu a aproximação da onça. “Ela fica mais feroz quando está parida, é tanto que depois que meu irmão atirou ela mesmo baleada foi parar perto do filhote e morreu em seguida”, conta o caçador.

    Gustavo foi socorrido pelo irmão e há quatro anos abandonou a moradia no Rio Clandles e passou a morar na cidade de Manoel Urbano, onde nos contou a história do pior momento vivido na zona rural.

    Adjenae Pinto

    ContilNet

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