Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Maioria dos candidatos ao governo do Acre vem do interior

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    Passados mais de 20 anos após o último ocupante do Palácio Rio Branco ter nascido no interior, com o sul-cruzeirense Orleir Cameli, o Acre pode ter, mais uma vez, um governador vindo do interior do estado a partir de 2019.

    Dos quatro candidatos ao governo confirmados até aqui, três são naturais do interior. O senador Gladson Cameli (PP) e o coronel Ulysses Araújo (PSL) nasceram em Cruzeiro do Sul.

    A candidata pela Rede, Janaína Furtado, é de Tarauacá, onde exerce o mandato de vereadora. Assim como Cruzeiro do Sul, Tarauacá já teve um de seus cidadãos na cadeira de governador.

    No início da década de 1980, o tarauacaense Nabor Júnior (MDB) era eleito governador após duas décadas de de seus antecessores serem indicados pelos generais de Brasília.

    O único candidato “outside” deste grupo é o petista Marcus Alexandre, natural de Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

    Essa não é a primeira vez que o PT tenta eleger um não-acreano para o Palácio Rio Branco. O primeiro eleito foi Binho Marques, também do interior paulista.

    Binho, no entanto, cresceu e formou sua vida no estado. Marcus Alexandre desembarcou por aqui em 1999, para trabalhar nos governos petistas que se iniciavam à época.

    Por muitas eleições o vianismo usou o discurso bairrista para enfraquecer seus adversários (como o paulista Márcio Bittar e o paranaense Tião Bocalom), afirmando que não-nativos não poderiam governar o Acre, por não terem a mesma dedicação de um acreano ou acriano.

    AC24Horas

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