Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Lava Jato: MPF denuncia 5 por lavagem de dinheiro e crimes financeiros

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    Cinco pessoas foram denunciadas pela força-tarefa da Lava Jato do Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro por lavagem de dinheiro, evasão de divisas e crime contra o sistema financeiro.

    Entre os acusados, figura Dario Messer, conhecido como “doleiro dos doleiros” e investigado por participação em um esquema de corrupção supostamente chefiado pelo ex-governador Sérgio Cabral.
     
    Os outros quatro denunciados são os doleiros Chaaya Moghrabi (Yasha) e Flávio Dib e os proprietários da corretora Advalor, João Paulo Julio Lopes e Miguel Julio Lopes.
     
    Segundo o MPF, os crimes foram apurados a partir das operações Câmbio Desligo, Calicute, Tolypeutes e Advalorem e teriam sido cometidos a partir das movimentações financeiras da corretora Advalor.

    A empresa, de acordo com os procuradores, funcionava tanto como instituição financeira para armazenar recursos ilícitos de agentes públicos como para efetivar pagamentos em seu favor.

    Valores desviados das obras da linha 4 do Metrô

    Entre outros clientes, a corretora operava em favor do ex-secretário de Transportes do Rio de Janeiro, Luiz Carlos Velloso, que utilizou os serviços de Miguel e João Paulo Julio Lopes para movimentar parte dos valores desviados das obras da linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro.
     
    A denúncia, oferecida na última terça-feira (11), relata que Miguel Lopes e João Paulo Julio Lopes auxiliaram o ex-secretário de Transportes do Rio, Luiz Carlos Velloso, a ocultar R$ 5,9 milhões.
     
    Pagamentos de propina supostamente feitos pela Carioca Engenharia ao ex-secretário de Transportes eram feitos em espécie na sede da corretora no centro do Rio de Janeiro.

    A partir de 2016, Velloso começou a ter dificuldade em retirar os valores que estavam depositados na corretora, onde permanecem até hoje R$ 700 mil.  
     
    Miguel e João Paulo também são acusados de realizar operações dólar-cabo com o auxílio dos doleiros Dario Messer, Chaaya Moghrabi (Yasha) e Flávio Dib, além de Renato e Marcelo Chebar, Cláudio Barboza e Vinicius Claret.
     
    A Advalor, segundo o MPF, era vendedora de dólares no exterior e, de acordo com as investigações, recebia os recursos em espécie no Rio de Janeiro.
     
    Além da condenação dos denunciados, o MPF pede a reparação de danos morais e materiais em valores de R$ 20 milhões para Miguel Julio Lopes e João Paulo Julio Lopes e de R$ 7,5 milhões para Dario Messer, Chaaya Moghrabi e Flávio Dib.

    Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/

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