Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Estimativa para a inflação de 2018 chega a 4,3% em semana de eleições

    Por

    A estimativa de instituições financeiras para a inflação deste ano subiu pela terceira vez consecutiva de acordo com a pesquisa do Banco Central (BC), divulgado nesta segunda-feira (1º) pelo Boletim Focus. Segundo ele, a estimativa para a inflação do mercado é de 4,3%. Na semana passada, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA,  a inflação oficial do País) estava em 4,28%.

    Leia também: Banco Central reduz previsão de crescimento do PIB em 2018 de 1,6% para 1,4%

    Dessa forma, a estimativa para a inflação de 2018 por parte do mercado financeiro ficou mais perto do centro da meta deste ano traçado pelo governo que é de 4,5%. Essa meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%.

    Já para 2019, o Boletim Focus divulgou que a projeção da inflação também subiu. Passou de 4,18% na semana passada para 4,20% nessa semana, o que também representou o segundo aumento consecutivo para o IPCA de 2019 e também se aproximou da meta do atual governo para a inflação do ano que vem é de 4,25%.

    Enquanto isso, para 2020, a estimativa do mercado divulgada pelo Banco Central seguiu de 4% e, para 2021, em 3,97%. Elas estão exatamente no centro da meta do governo e um pouco acima já que a expectativa do governo é de 4% e 3,75%, para 2020 e 2021, respectivamente. Todas elas, no entanto, estão dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

    Estimativa para inflação depende da taxa básica de juros

    Marcello Casal Jr/Agência Brasil
    Estimativa para a inflação de 2018 se aproxima da meta, mas aposta em manutenção da Selic em 6,5% até o fim do ano

    Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como instrumento a taxa básica de juros (Selic), atualmente mantida em 6,5% ao ano pela terceira vez consecutiva após reunião do Comitê de Política Monterária (Copom) há duas semanas.

    Apesar do Comitê ter sinalizado que poderá fazer um reajuste de 0,25 ponto percentual na próxima reunião (elas são realizas a cada 45 dias), o mercado, por sua vez, espera que a Selic permaneça em 6,5% até o fim de 2018.

    Leia também: Selic aumentará se expectativas para a inflação piorarem, diz presidente do BC

    Para 2019, aí sim, a expectativa do mercado é de aumento da taxa básica de juros, terminado o período em 8% ao ano. Enquanto para o fim de 2020, o mercado projeta juros de 8,19% ao ano voltando pra 8% ao ano no final de 2021.

    Vale dizer que quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação.

    A manutenção da taxa básica de juros, como prevê o mercado financeiro este ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

    Crescimento econômico e cotação da moeda

    iStock
    Além da estimativa para a inflação de 2018, Boletim Focus também mediu previsão do PIB e da cotação do dólar frente ao real do mercado financeiro

    O Boletim Focus dessa semana divulgou ainda outras duas expectativas para indicadores da economia nacional. A primeira, em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzido no País, se manteve o mesmo da semana passada em 1,35% este ano e 2,5% nos próximos três anos.

    Leia também: Déficit das contas públicas sobe 77,1% em agosto em relação a 2017

    Já a última expectativa analisada diz respeito à cotação do dólar que, por sua vez, foi reajustada de R$ 3,90 para R$ 3,89 no fim deste ano, e de R$ 3,80 para R$ 3,83 ao término de 2019, o que se reflete, é claro, na estimativa para inflação dos respectivos períodos.

    *Com informações da Agência Brasil

    Fonte:https://economia.ig.com.br

    Sair da versão mobile