Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

PL de Jenilson prevê que escolas ensine noções de agropecuária

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“O Acre jamais avançará no aumento da produtividade agrícola e pecuária se não mudarmos a mentalidade de quem mora na zona rural, que hoje é iminentemente extrativista. Nossas escolas rurais não podem continuar subestimando seu potencial para mudança da realidade produtiva, hoje se ensina inglês por exemplo para uma aluno que mora no campo, mas não se ensina plantar correntemente um pé de graviola” diz o deputado que na sessão ordinária desta terça-feira (30), o apresentou o Projeto de Lei de nº 46 de 2018 que tem como objetivo instituir noções básicas da disciplina de Agropecuária, como conceito a ser ministrado nas escolas públicas rurais de ensino fundamental e médio no âmbito do Estado do Acre.

O artigo 2º da lei prevê que a temática da disciplina deve contribuir com a elevação da escolaridade do jovem empreendedor no campo; o respeito as diversidades locais; a cooperação entre as diferentes esferas do poder público, o setor empresarial e os demais seguimentos da sociedade, com o fim específico de estimular as iniciativas do jovem empreendedor do campo; a promoção do acesso do jovem empreendedor do campo ao crédito rural; e a promoção da inclusão social no meio rural.

A Lei visa ainda, preparar o jovem para exercer o papel estratégico de agente do desenvolvimento rural, de forma que possa fomentar a transformação de jovens em líderes empreendedores, com sensibilidade para identificar oportunidades de desenvolvimento profissional, familiar onde estão inseridos; bem como estimular a elaboração de projetos produtivos, a serem desenvolvidos pelos jovens agricultores, como forma de viabilizar alternativas de trabalho e renda; ampliar competências, conhecimentos e práticas que possibilitem a gestão empresarial agrícola, promovendo o empreendedorismo, a liderança, o cooperativismo, o planejamento e o uso de técnicas produtivas.

Dentre outras finalidades do projeto é estimular estratégia de governança de sucessão familiar para jovens e suas famílias; ampliar a compreensão sobre o desenvolvimento rural sustentável, práticas agrícolas e políticas públicas para a agricultura familiar; além de incentivar o uso de conhecimentos associados às inovações tecnológicas e as ferramentas das atividades rurais.

Na justificativa, Jenilson Leite que é formado em técnico agrícola, além de, já ter sido gerente da Seaprof da regional Tarauacá/Envira salientou que existem escolas que já funcionam nesse modelo em vários estados brasileiros, entre elas a Escola Família Agrícola (EFA) e Casas Familiares Rurais (CFRs), porém, apesar de todos estes fatores, e diante dessa necessidade de se empregarem metodologias e estratégias específicas para as comunidades do campo, alguns estados relutam em reconhecer a efetividade e a legitimidade da Pedagogia da Alternância. “Essa metodologia dá aos alunos a oportunidade de continuarem estudando enquanto ajudam seus pais nas tarefas agrícolas. A inclusão formal do método na atual legislação, virão a possibilitar que as escolas em áreas rurais tenham mais apoio do Estado, valorizando os alunos do campo”.

O projeto se encontra na Comissão de Constituição, Justiça e Redação para ser relatado e depois ser votado em plenário.

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