Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Primeira deputada indígena eleita tem como prioridade a defesa da inclusão e da sustentabilidade

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    Com 8.491 votos, Joênia Batista de Carvalho (Rede-RR), conhecida como Joênia Wapichana, foi eleita a primeira deputada federal indígena do País. Desde que o cacique xavante Mário Juruna deixou o Congresso Nacional, em 1987, um índio não era eleito deputado federal.

    No último domingo (7), Wapichana tornou-se a única representante da Rede a conquistar uma vaga para a Câmara dos Deputados na legislatura 2019-2022.

    Desafios

    Joênia Wapichana tem 43 anos e foi a primeira mulher indígena a se formar em Direito, na Universidade Federal de Roraima, em 1997.

    Ela ressalta que sua trajetória foi marcada por muitos desafios, sobretudo porque, quando se formou advogada, não havia políticas de ação afirmativa. “Foi preciso que eu me formasse primeiro para poder defender isso para os próximos que viriam. A gente passa por um processo de muita exclusão”, afirma.

    “Preciso ajudar a melhorar o acesso à faculdade, à universidade. O desafio continua, a gente pode melhorar, é possível o Brasil melhorar a educação”, defende Joênia.

    Segundo a deputada eleita, o perfil mais conservador do Parlamento é mais um desafio a ser enfrentado. Para Joênia, existem várias proposições anti-indígenas na Câmara e que serão combatidas por ela e por todo movimento indígena do País. “Usando dos meios legais, para que nenhum abuso e inconstitucionalidade possa ser aprovado”, diz.

    Ela acrescenta que sabe que vai enfrentar preconceitos pelo fato de ser mulher e representante dos povos indígenas no Congresso.

    Sustentabilidade

    Joênia defende também o direito ambiental para proteger a biodiversidade do País. “Vejo, por exemplo, na Amazônia, alternativas para hidrelétricas, que colocam em risco vidas e a nossa biodiversidade.”

    “Quero trazer a bandeira da sustentabilidade porque é possível conciliar nossos interesses e direitos”, comenta.

    Fonte: Agência Câmara Notícias

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