Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Governo inicia 40ª etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa

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Zona livre de febre aftosa há 13 anos, o governo do Estado, por meio do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf) e da Secretaria de Agricultura e Pecuária (Seap), em parceria com a Federação de Agricultura e Pecuária do Acre (Faeac) e a Superintendência Federal de Agricultura (SFA), deu início nesta quinta-feira, 1, à 40ª fase da campanha estadual de vacinação contra a doença.

Todos o rebanho deve ser vacinado até 30 deste mês (Foto: Arquivo Secom)

Os produtores acreanos têm o prazo de 1 a  30 de novembro para imunizar todo o rebanho. Os órgãos estimam que essa seja a penúltima etapa de vacinação contra a febre aftosa, tendo em vista que o estado se programa para realizar a retirada da vacina em 2019, tornando-se zona livre sem vacinação. No Brasil, apenas Santa Catarina possui esse status, o que agrega valor à proteína bovina comercializada.

O diretor-presidente do Idaf, Ronaldo Queiroz, destaca as políticas públicas de incentivo ao setor e reconhece o compromisso do criador em garantir a qualidade do rebanho. Confiante, ele afirma que o Acre está avançando e o mérito é para toda a cadeia produtiva, governo e produtores. “Nessa fase, todo o rebanho deve ser vacinado e os produtores têm até 15 de dezembro para apresentar a declaração de imunização dos animais.”

Quem não declarar ao Idaf, além de pagamento de multa, ficará impedido de retirar a Guia de Trânsito Animal (GTA) e de se cadastrar em programas de incentivo e fomento do governo.

Órgãos estimam que essa seja a penúltima etapa de vacinação contra a febre aftosa (Foto: Maria Meirelles/Secom)

Retirada da vacina

Compondo o Bloco I do Plano Nacional Estratégico de Prevenção e Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA), Acre e Rondônia serão os primeiros estados a realizarem a retirada da vacina.

Segundo o superintende da SFA, Luziel Carvalho, a carne bovina acreana é de qualidade. “Esse é produto consolidado e bem referenciado em todo contexto nacional e internacional”, salientou, destacando a importância de consolidar novos investimentos nos serviços de defesa. “Como não teremos mais a vacinação como forma de imunizar e ter controle do rebanho, teremos que fortalecer as ações de vigilância e fiscalização para que o nosso rebanho não apresente problemas.”

Para o presidente da Federação de Agricultura e Pecuária do Acre, Assuero Veronez, o momento é de alegria. “O status de zona livre sem aftosa traz para o produtor não apenas uma economia, como também a inserção em mercados ainda não alcançados. Os países livres de aftosa sem vacinação alcançam mercados altamente valorizados. Ganham o produtor, a economia e toda a sociedade”, ponderou.

Com apenas 13% de área aberta e 87% de floresta preservada, a gestão estadual tem investido em tecnologia para tornar as propriedades ainda mais produtivas e rentáveis, otimizando áreas e diversificando a produção rural. Uma economia verde que tem como base a política de desenvolvimento sustentável.

Agência de Notícias do Acre

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