Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Conscientização ainda é o maior desafio para o combate ao HIV

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A Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituíram o 1º de dezembro como o Dia Mundial de Luta conta a Aids.

Neste dia e no decorrer do mês, o mundo inteiro intensifica as discussões sobre o vírus e a doença. É exatamente isso que você está lendo. São coisas diferentes. Ser portador do HIV não significa, necessariamente, ter Aids.

Nelson Guedes, gerente da Divisão de Infecções Sexualmente Transmissíveis/Aids da Sesacre, deixa mais fácil o entendimento dessa diferença. “Ter HIV significa que o indivíduo é portador do vírus. Já Aids é quando a pessoa manifesta sintomas decorrentes da presença desse vírus em seu organismo. Ou seja, é possível ser infectado pelo vírus e não manifestar a doença”, explica.

Aliás, isso hoje em dia é muito comum e apontado pelos especialistas como um dos principais motivos para o aumento dos casos de pessoas portadores de HIV no Acre.

Com o avanço dos remédios, os chamados coquetéis, é comum que as pessoas vivam com o HIV durante muitos anos sem apresentar nenhum sintoma. “Isso é muito bom, lógico. Afinal, estamos falando de qualidade de vida. Diferentemente de décadas atrás, quando a pessoa, ao descobrir que tinha o HIV, era como receber seu atestado de óbito. Em compensação, como morre menos gente, as pessoas estão se prevenindo menos, deixando de usar o preservativo, o único método eficaz de evitar o contágio durante uma relação sexual”, afirma Guedes.

Os números comprovam a afirmação do profissional da Sesacre. Os casos de HIV cresceram no estado 25% entre 2016 e 2017, saltando de 128 para 160 registros. Este ano, até o início de outubro, já haviam sido notificados 131 novos casos.

O primeiro registro de Aids no Acre é de 1987, quando foram oficialmente comprovados os primeiros casos no estado. Nesses 31 anos, já foram registrados 1.055 casos da doença. O número de mortes no Acre soma 56 desde 2014, sendo seis já em 2018.

“O que queremos intensificar neste mês, apesar de que fazemos isso o ano todo, é mostrar para as pessoas que o HIV continua infectando e a Aids, matando no Acre. Os números cresceram entre os jovens, e a nossa preocupação é que percebemos que a população está se cuidando menos. Podemos afirmar, sem dúvida alguma, que conscientizar as pessoas sobre a importância do sexo seguro ainda é o nosso maior desafio”, esclarece Guedes.

Assessoria Sesacre

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