Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Jordão: Indígenas protestam contra o abandono da saúde indígena pelo governo federal; funcionários da SESAI estão há dois meses sem receber

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Há dois meses os profissionais de saúde indígenas ligados à Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) estão sem receber seus vencimentos e também o Governo Federal não repassa os recursos para a equipe de saúde realizar os atendimentos nas aldeias. Esta situação levou dezenas de índios da etnia Kaxinawá, do município de Jordão- cuja população indígena representa 40% dos habitantes, a realizar um protesto contra decisão política de abandonar os habitantes da floresta.

O ministro da Saúde Luiz Henrique Mandeta, que é ligado a bancada ruralista, trabalha pela extinção da pasta que cuida da saúde dos índios no país, deixando esta população à mercê da própria. Além disso, visa municipalizar a saúde indígena, sobrecarregando os municípios. Algo que a população não aceita.

O protesto realizado em Jordão é consonante com os demais que vem ocorrendo em todo o país.

“A falta de atendimento aos indígenas pode ocasionar a morte dos recém-nascidos que precisam ser vacinados, além do acompanhamento das grávidas e todos os huni kui”, disse Silvado Sereno Kaxinawá, presidente do Conselho de Saúde Indígena.   

Em Jordão, o ato foi comandado pelo presidente do Conselho Indigenista do município, Sivaldo Kaxinawá. Contando com o apoio e a presença da presidente da Câmara de Vereadores, Meire Sérgio (PCdoB), e dos seus colegas de parlamento: Guedes Oliveira (PSDB), Deodato Kaxinawa (PDT), Roberto Rodrigues (PCdoB). Também esteve o secretário de Produção e Desenvolvimento municipal Luís Meleiro.

Por Leandro Matthaus 

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