Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Jesus Sérgio solicita ao Governo Federal o pagamento de 13º salário para os Soldados da Borracha

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O deputado federal Jesus Sérgio (PDT) encaminhou nesta quinta-feira (19) ao Ministério da Economia, um requerimento de indicação, onde sugeriu o pagamento de 13º salário no valor de dois salários mínimos aos Soldados da Borracha, que atuaram durante a Segunda Guerra Mundial nos seringais da Região Amazônica.

Os Soldados da Borracha são brasileiros que foram recrutados de todo o país pelo governo federal e trabalharam na extração do látex e produção de goma para a indústria de pneumáticos, durante a Segunda Guerra Mundial.

No final da década de 1980, esses brasileiros, entre eles muitos acreanos, receberam o reconhecimento legal para o pagamento de uma pensão mensal vitalícia no valor dois salários mínimos vigentes no País, assegurada pela Lei nº 7.986, de 28 de dezembro de 1989. No entanto, esta lei não permite o pagamento do 13º salário.

“A pensão mensal e vitalícia determinada pela lei para os Soldados da Borracha que não possuíam meios para a sua subsistência e da sua família, não prevê o pagamento de 13º, o que produz uma medida desigual em relação aos demais pensionistas, especialmente para uma categoria com tantas limitações econômicas e com idade tão avançada que requer cuidados especiais e despesas extras. Por isso, o Estado brasileiro deve reverter este equívoco e pagar aos Soldados da Borracha o 13º salário assim como paga para todo trabalhador, aposentado e pensionista”, afirmou Jesus Sérgio.

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