Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    A ascensão dos bancos digitais e fintechs e a descentralização das finanças

    Por
    Por Francisco Carvalho, fundador e CEO da Zipdin
    Recentemente, li o livro “O Futuro do Dinheiro”, de Rudá Pellini (Ed.Gente), e as questões que ele aborda nos mostram o rápido crescimento dos bancos digitais e fintechs. O material fala sobre liberdade, dinheiro e tecnologia e como esses três pontos juntos darão mais poder para você ser dono do seu próprio dinheiro, além de apresentar diversas inovações e exemplos de estabelecimentos que estão facilitando o consumo de serviços e produtos financeiros e ajudando a democratizar o crédito.
    O autor fala ainda sobre essa revolução financeira pela qual estamos passando e a disrupção que ela vem realizando, e sobre a teoria do early adopter, que fala sobre consumidores antenados que descobrem as novidades, produtos e tecnologias e as adotam logo após as suas invenções. A célebre frase, de Augusto Branco, “Quem chega primeiro bebe água fresca” se aplica não só aos consumidores, mas também às empresas que se estruturam mais rápido para preencher esse espaço de inovação e disrupção.
    O crescimento dos novos bancos, os chamados ‘digitais’, e das fintechs, se deve ao avanço da era digital e foram enormemente impulsionados pela pandemia. Oferecendo praticidade e agilidade nos serviços, muitas dessas empresas conseguiram dobrar a carteira de clientes em 2020.
    Para você ter uma ideia, segundo o último levantamento realizado pela Radar Fintechlab em 2020, no Brasil, o número de fintechs aumentou em quase 28%. Saiu de 604 em junho de 2019 para 771 em agosto de 2020. Ainda de acordo com o estudo, no mesmo período, foram abertas 258 empresas. Um outro levantamento, desta vez realizado pelo pelo UBS Evidence Lab, mostra que em 2020, pela primeira vez, a parcela de downloads de aplicativos dos novos players ultrapassou a de instituições tradicionais e alcançou 52% da marca de downloads.
    É notável o que a criação desses tipos de estabelecimentos, que desenvolvem tecnologia para serviços financeiros desburocratizados e com menos atritos para os clientes, trouxeram de inovação para o setor, oferecendo mais praticidade, segurança e, o principal, foco no usuário!
    Algumas pessoas ainda me perguntam quais as diferenças que as fintechs trouxeram para o mercado e, para não me estender demais, cito alguns dos que mais me chamam atenção aqui:
    • Benefício financeiro: produtos com tarifas mais baixas ou até isento delas, taxas de juros mais baixas para tomar crédito e mais altas para investir
    • Simplicidade e agilidade: contratação 100% online e imediata de diversos produtos e serviços que antes demoravam dias ou até semanas e algumas visitas à sua velha agência bancária
    • Foco no cliente: as novas empresas entendem que seu principal ativo são os clientes e não medem esforços para agradá-los, ao contrário do que se via na velha indústria financeira, com a eterna sensação de que estavam “fazendo um favor” em nos atender
    Diversidade nos serviços, a briga com o sistema e a descentralização das finanças
    2020 foi o ano que nos deixou grandes exemplos de como o setor se expandiu de forma rápida e clara. Vimos grandes marcas varejistas realizando lançamentos de contas digitais, como foi a questão da Magalu Pay, do Magazine Luiza, e várias Fintechs atingindo valorizações espetaculares, algumas inclusive atingindo o desejado patamar de Unicórnio, empresas com valor de mercado acima de US﹩ 1 bi. Para 2021, teremos sim, grandes desafios e novas tendências como é o caso do Open Banking, que dará liberdade e autonomia ao cidadão, visto que ele terá direito total sobre seus dados bancários e históricos de suas transações bancárias, possíveis novas funcionalidades no PIX e o avanço nos novos mercado com a tecnologia as a service.
    O jogo inverteu e as grandes instituições financeiras estão trabalhando arduamente para entender e se inserir neste novo cenário. E esse é o certo a se fazer. Costumo dizer que está mais do que a hora de os grandes bancos começarem a seguir a tendência de seus clientes. E quem irá se beneficiar disso tudo seremos nós, enquanto indivíduos!
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