Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Branquitude, uberização do trabalho e afroempreendedorismo* (Por: Sulamita Rosa**)

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    Hoje é dia do trabalhador, mas em plena Pandemia estamos vivenciando uma onda de desempregos muito grande, gerando o agravamento da miséria e da fome no país.

    E a dor da fome, Carolina Maria de Jesus nos ensinou muito bem, em “Quarto do despejo” [1], obra essa tão apreciada pela branquitude, mas que não é posta para a sua própria autoanálise, tornando tardio o impacto real de ações para o provimento de políticas públicas.

    O que vemos, como diz Ricardo Antunes [2], tem sido a uberização do trabalho, em que o trabalhador precisa estar “no corre” sem direitos trabalhistas atendidos, justificando essas ações com o chamado empreendedorismo.

    Certa vez lancei uma pauta aqui, sobre o termo afroempreendedor. Com as discussões sobre o Movimento Black Money, pude perceber que nosso povo preto tem afroempreendido desde sua migração forçada para cá, tendo como exemplo, Luiza Mahin, mulher negra ex escravizada, nascida no início do século XIX, sobrevivendo como quituteira em Salvador.

    Por mais que façamos análises críticas contra o sistema branco/cis/heteronormativo e capitalista, precisamos continuar tentando sobreviver e fortalecer os nossos.

    A branquitude se fortalece cada vez mais dando poder de capital aos seus, e isso, nós precisamos fazer com os nossos de modo mais organizado e efetivo.

    Feliz dia trabalhadores negros e não negros de todo o Brasil. Que possamos juntxs lutar por efetivas mudanças na sociedade de modo não romântico, e pensar e executar ações pontuais no combate às desigualdades, através da equidade e do fortalecimento do povo preto.

    *Texto publicado originalmente no perfil da autora (https://www.instagram.com/p/COWV611htef/?utm_source=ig_web_copy_link) no Instagram.

    **Sulamita Rosa é graduada em Pedagogia (2013-2017) e Mestra em Educação (2017-2019) pela Universidade Federal do Acre. Pesquisa temáticas relacionadas a: educação para as relações étnico-raciais e de gênero; interseccionalidade, epistemologias feministas negras, currículo e didática voltados para a inclusão e equidade no processo educativo. Executa o projeto Rede MulherAções – Rede de Formações para Negras, Afroindígenas e indígenas do Acre (Neabi/Ufac). É pesquisadora associada a ABPN – Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as. 

    [1] DE JESUS, C. M. Quarto de despejo. São Paulo: Francisco Alves, 1960

    [2] ANTUNES, R. (Org.) Uberização, trabalho digital e Indústria 4.0. – 1. ed. – São Paulo: Boitempo, 2020.

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