Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    CPI da Covid: Senadores querem saber quem do governo está por trás da difusão do uso da cloroquina

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    Por Marcela Mattos, Por G1

    Após os depoimentos nesta semana de dois ex-ministros (Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich) e do atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, senadores da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid buscarão identificar as digitais dos responsáveis no governo federal por compra, distribuição e estímulo ao uso de cloroquina, cuja ineficácia para o tratamento da doença é cientificamente comprovada.

    Na noite desta quinta-feira (6), uma série de requerimentos de informações sobre produção, distribuição e custos da cloroquina nos últimos anos foram direcionados a órgãos envolvidos no processo, como o Exército e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que devem apresentar uma resposta à comissão em um prazo de dez dias úteis.

    Além disso, o próprio ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, depois de pressionado, admitiu à comissão de inquérito que a cloroquina — originalmente adotada para o tratamento da malária — pode provocar arritmia cardíaca.

    Na última quinta-feira (6), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que produz o medicamento, encaminhou ofício à comissão dizendo que o remédio visa o combate à malária e que a utilização da cloroquina para o enfrentamento da pandemia “é uma decisão do Ministério da Saúde”.

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