Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Eleitor quer reparar o voto que deu em 2018, diz Kassab sobre Lula

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    O presidente do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que a pesquisa Datafolha divulgada na quarta-feira 12 mostra que o eleitor vê Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como vítima e parece tentar reparar o voto que deu em 2018.

    O levantamento revela que o petista aparece com larga escala entre todos os possíveis candidatos e na frente do presidente Jair Bolsonaro em um segundo turno.

    Kassab, que é protagonista nas articulações para 2022, disse à Folha de S.Paulo que a pesquisa indica que a pesquisa indica que os nomes que aparecem até agora não pegaram e que é preciso encontrar nova opção para o centro.

    “A pesquisa consolida a tese que vem sendo desenvolvida de buscar uma candidatura própria, de centro. Fica claro que os candidatos candidatos que se apresentam até agora não estão tendo identidade. Alguns com três ou quatro anos de campanha, e os nomes nunca crescem”, afirmou.

    “Já tive a oportunidade de citar dois nomes recentemente, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) e Luiza Trajano, e vamos pensar em mais quadros para viabilizar uma candidatura. Ainda acredito que é saudável para o processo evitar a polarização”, completa.

     Por Carta Capital

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