Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Geleião, um dos fundadores do PCC, morre de covid-19 em SP

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    Morreu na manhã desta segunda-feira, 10, aos 60 anos, José Márcio Felício, o Geleião, um dos fundadores da facção Primeiro Comando da Capital (PCC). Ele estava internado desde o dia 9 de abril no Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário, na cidade de São Paulo, em decorrência do agravamento de um quadro de covid-19.

    Desde o começo da pandemia, segundo a Secretaria da Administração Penitenciária, 50 presos e cem servidores morreram em decorrência do novo coronavírus no Estado. A pasta disse que a taxa de recuperados entre os presos é de 99% e que adota todas as determinações do Centro de Contingência, com reforço das medidas de higiene, suspensão de atividades coletivas e quarentena para presos que entram no sistema.

    Pesquisadores e membros da polícia e do Ministério Público classificam Geleião como uma peça-chave na criação do PCC no início dos anos 1990. Embora um ataque liderado por ele contra rivais na Casa de Custódia de Taubaté, em 31 de agosto de 1993, tenha marcado a fundação da facção, o grupo já tinha começado a se organizar e atuar nos anos anteriores.

    No livro ‘Laços de Sangue, a história secreta do PCC’, o procurador de Justiça Marcio Sergio Christino e o jornalista Claudio Tognolli descrevem que Geleião foi encontrado bebê em um barraco por uma família, que o criou até os 10 anos de idade. Aos 18 anos, em 1979, foi preso e levado à Casa de Detenção, no Carandiru, zona norte da capital. A primeira pena, de 30 anos, se somou a outras condenações por crimes como homicídio no interior do sistema penitenciário, onde permaneceu até a sua morte.

    Era uma figura fisicamente impressionante, descreve a publicação, com mais de 1,90 de altura e seus 130 quilos. “Muito forte e ao mesmo tempo muito carismático, fala bem e é articulada”, escrevem Christino e Tognolli no capítulo ‘O Ídolo Gigante’. O tipo físico fazia com que os ataques realizados contra rivais dispensassem o uso de facas, tão típicas no meio prisional: “O confronto dele era corporal e direto”.

    A morte de Geleião marca o fim do grupo de fundadores do PCC. Nomes como César Augusto Roriz da Silva, o Cesinha (morto em 2006), Misael Aparecido da Silva, o Misa (morto em 2002) e Wander Eduardo Ferreira, o Du Cara Gorda (morto em 2000) integravam esse grupo original de 1993, mas morreram em ações de rivais ou da polícia. Felício era o único que restava e estava preso, antes da internação, na Penitenciária de Iaras, no interior do Estado.

    Fonte: Terra.com.br

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