Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Paciente com covid tem suspeita de ‘fungo negro’ em SC. Saiba riscos

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    Autoridades sanitárias de Santa Catarina investigam um caso suspeito de mucormicose, infecção popularmente conhecida como ‘fungo negro’, em um paciente de 52 anos que teve diagnóstico confirmado de covid-19. Na Índia, a doença provoca uma epidemia em algumas localidades, também em pessoas infectadas pelo coronavírus.

    A DIVE (Diretoria de Vigilância Epidemiológica) de Santa Catarina informa que notificou o Ministério da Saúde na última sexta-feira (28).

    “Assim que tomamos conhecimento do caso, seguimos o protocolo e informamos imediatamente ao Ministério da Saúde que emitiu um alerta nacional por meio da rede CIEVS dos estados. Além desse procedimento, continuamos acompanhando e prestando apoio ao município de Joinville na investigação do caso”, disse o Superintendente de Vigilância em Saúde, Eduardo Macário, por meio de nota.

    Segundo o órgão, diversos estudos estão sendo realizados no mundo para verificar possíveis a relação entre a mucormicose e a covid-19, “especialmente os que apresentam quadros de comorbidades e situação de imunossupressão”.

    A mucormicose é uma infecção causada por vários organismos fúngicos da ordem Mucorales. A contaminação ocorre por meio da inalação de mofo mucoso, normalmente encontrado em plantas, frutas e vegetais em decomposição.

    A doença não é contagiosa, o que significa que não pode se espalhar pelo contato entre humanos ou animais. Mas ela se espalha a partir de esporos de fungos que estão presentes no ar ou no ambiente, que são quase impossíveis de evitar.

    De acordo com o Manual Merck de Diagnóstico e Tratamento, “a maioria dos sintomas frequentemente resulta de lesões necróticas invasivas no nariz e no palato, acompanhadas de dor, febre, celulite orbitária, proptose e secreção nasal purulenta”.

    “Podem ocorrer sintomas do sistema nervoso central. Sintomas pulmonares são graves e incluem tosse produtiva, febre alta e dispneia. Infecção disseminada pode ocorrer em pacientes gravemente imunocomprometidos”, ainda segundo o manual.

    Indivíduos com diabetes não controlado, especialmente aqueles com cetoacidose, e pessoas que recebem o medicamento desferroxamina têm mais chances de desenvolver a mucormicose.

    A forma mais comum da doença é a chamada mucormicose rinocerebral, que também costuma ser mais grave e até fatal. “A extensão progressiva da necrose, que envolve o cérebro, pode causar sinais de trombose do seio cavernoso, convulsões, afasia [alteração da capacidade de se comunicar], ou hemiplegia [perda dos movimentos]”, complementa o Manual Merck.

    Dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos mostram que a mucormicose tem uma taxa de mortalidade de 54%, que pode variar dependendo da condição dos pacientes e da parte do corpo afetada.

    O tratamento é feito com medicamentos, sendo a anfotericina B em alta dose o mais indicado. O isavuconazol é uma opção, embora a eficácia seja limitada em pacientes mais graves. A remoção cirúrgica do tecido necrosado também deve ser feita.

    Por R7
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