Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Pazuello: ‘Bolsonaro nunca mandou cancelar compra do Butantan’

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    O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello declarou na CPI da Covid, do Senado Federal, que o presidente Jair Bolsonaro jamais o obrigou a cancelar qualquer compra de vacinas do Instituto Butantan ou pediu para ele não dar andamento a essas aquisições.

    Mais cedo, ele havia dito que Bolsonaro nunca o obrigou a nada durante a pandemia de covid-19

    O general da ativa do Exército tentou explicar o que ocorreu em outubro de 2020, quando após inúmeras declarações do presidente, o Ministério da Saúde teve de voltar atrás em uma afirmação feita a governadores de que compraria 46 milhões de doses da CoronaVac, imunizante desenvolvido em parceria pelo Butantan e pelo laboratório chinês Sinovac. 

    Segundo ele, o anúncio de compra foi um engano seu.

    “Na reunião do dia 20, com todos os governadores, estávamos discutindo o PNI (Programa Nacional de Imunização) e a compra de vacinas. Eu tinha assinado no começo de outubro a carta de intenções com o Butantan de compra de 46 milhões de doses. Na verdade, não era um contrato, eu não tinha as disposições legais para fazer assinar ainda.”

    Segundo o ex-titular da pasta da Saúde, as disposições legais só foram dadas com uma medida provisória aprovada no início de 2021 pelo Congresso Nacional. “Não havia condições de negociar o contrato, mas nós vínhamos conversando com o Butantan.”

    Depois dessa reunião, segue Pazuello, houve um vídeo gravado pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), no qual ele comemorava a compra das vacinas. “E isso causou uma reação na discussão”, comentou, em alusão à forma como Bolsonaro recebeu a live do desafeto político.

    Por R7

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