Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Senadores da CPI acionam Polícia do Senado contra colunista da Folha

    Por

    Por Marcelo Montanini , Victor Fuzeira, Metropóles.com 

    A pedido de bolsonaristas, a Polícia do Senado Federal abriu investigação contra o sociólogo Celso Rocha de Barros, colunista do jornal Folha de S.Paulo, por causa do artigo Consultório do Crime, publicado no dia 9 de maio.

    Os pedidos foram feitos pelos senadores Eduardo Girão (Podemos-CE) e Luiz Carlos Heinze (PP-RS), apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na CPI da Covid. A informação foi confirmada ao Metrópoles pela assessoria de imprensa de Girão.

    Ambos foram citados no artigo de Barros, que faz alusão ao Escritório do Crime, grupo de assassinos de aluguel que atua no Rio de Janeiro. O ex-policial Adriano da Nóbrega, morto em fevereiro de 2020, fazia parte desse grupo.

    “Falando em Queiroz, se no Rio de Janeiro Bolsonaro era amigo do chefe da milícia ‘Escritório do Crime’, na CPI é defendido pelo quepodemos chamar de ‘Consultório do Crime’, um grupo de senadores que buscam tumultuar a investigação mentindo sobre medicina. Seus principais representantes são Eduardo Girão (Podemos-CE) e Luiz Carlos Heinze (PP-RS)”, escreveu Barros, no artigo.

    “Girão e Heinze mentem sobre a eficácia da cloroquina, mas o curandeirismo presidencial não é o principal crime que tentam acobertar”, acrescentou o sociólogo.

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