Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Oito em cada dez jovens no Brasil têm medo de morrer por covid-19

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O medo de morrer por covid-19 atinge 8 em cada 10 jovens brasileiros e chegou a 79% dos entrevistados em abril, de acordo com levantamento do Espro (Associação de Ensino Social Profissionalizante). O temor é ainda maior em relação à morte de familiares pela doença: 95%.

“No início da pandemia, eles não sabiam direito o que era, não tinham certeza da letalidade e nem tomavam os cuidados. Mas foram tomando consciência com o passar do tempo e o medo foi crescendo a cada onda. A partir do momento que o jovem percebe a letalidade, aumenta o medo de morrer. A preocupação é maior com parentes do que com eles mesmos”, explica Alessandro Saade, que é superintendente executivo do Espro.

Priscila Ribeiro Lima Sampaio tem 21 anos e mora na zona sul de São Paulo. Ela começou a faculdade em 2020 e, dois dias depois, a unidade fechou por causa da pandemia. “Desde então nunca mais voltei. Naquela época eu ainda não tava preocupada, não tinha ideia do quão grave era. Na minha cabeça era uma coisa passageira que, com 2 semanas, todos estariam de volta pro trabalho, pras escolas. Foi quando não vi melhoras que comecei a mudar meu pensamento”, diz.

No início da pandemia, se tinha a ideia de que a doença matava mais idosos e pessoas com comorbidades. Hoje já se sabe que a covid-19 atinge todas as faixas etárias e pode levar a óbito jovens e até crianças, dependendo da evolução do quadro clínico.

Aline Gabriela de Oliveira Alves tem 21 anos e tenta se isolar o máximo possível, ainda mais depois que a mãe e a tia tiveram a doença em 2020. Este ano foi a vez do pai, que é professor e foi contaminado no retorno às aulas presenciais. “Na época que pegaram, não tinha tantos jovens morrendo. Eu temia mais por eles do que por mim. Hoje acho que já tá igual o nível de preocupação”, conta. 

Segundo o levantamento do Espro, realizado desde abril de 2020, o jovem vive o pior momento da pandemia com alto nível de preocupação e de tristeza com as medidas de isolamento social. Entre os temores dos jovens estão também o impacto na economia (91%) e perder emprego ou fonte de renda (89%).

Os jovens da pesquisa estudam e trabalham, têm mais responsabilidades. Eles sofrem pressão grande pela perda do poder aquisitivo da família. Alguns passaram a ser o arrimo e sustentam a casa com um único salário, o que trouxe um forte peso emocional”, afirma Alessandro Saade. 

Por R7

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