Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    STJ tranca ação do MPAC contra Reinaldo por comparar Sebastião Viana a coiotes

    Por

    O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu trancar uma ação penal movida pelo Ministério Público do Acre (MPAC) contra o jornalista Reinaldo Azevedo. Na época, o MPAC avaliou que Reinaldo feriu a honra do então governador Sebastião Viana (PT) ao compará-lo a um traficante de pessoas em um texto de 2014 sobre a imigração haitiana.

    Na decisão, o ministro Rogerio Schietti Cruz, afirmou que o jornalista não feriu a honra de Sebastião Viana: “As opiniões emitidas pelo recorrente, posto que em tom agressivo e ácido, encontram-se no âmbito da tolerância que se há de ter por declarações advindas de quem exerce a profissão de jornalista”.

    “O país, na prática, estimula a imigração ilegal, que é comandada, como sempre acontece, por traficantes de pessoas. O Acre é a porta de entrada. Ali eles recebem um documento de permanência no país, mas não têm onde ficar. Então Tião Viana os exporta para São Paulo.” Depois, completa: “Entendi! Tião Viana, Mourão [Nilson Mourão, então secretário de Justiça e Direitos Humanos do Acre], Dilma Rousseff [então presidente] e José Eduardo Cardozo [então ministro da Justiça] se contentam em se comportar como coiotes”.

    “Coiote” é como se chamam os traficantes de pessoas que atuam nas fronteiras dos Estados Unidos com o México. A ação tramitava no Tribunal de Justiça do Estado do Acre, mas foi parar no STJ após um recurso do jornalista.

    Por Ac24horas

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