Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Com 4 milhões de mortos no mundo, ONU alerta: ‘Pandemia está longe do fim’

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    O mundo atingiu a marca de 4 milhões de pessoas mortas em virtude da Covid-19. O número espanta, pois equivale à população inteira de um em cada três países do globo. António Guterres, secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), destaca a importância da imunização para controlar a doença, mas faz um alerta: “A pandemia está longe do fim”.

    As estatísticas justificam a preocupação, pois sugerem que “o vírus está ultrapassando a distribuição de vacinas“. Metade das vítimas morreu neste ano, e milhões de pessoas ainda correm risco “se for permitido que o vírus se espalhe como fogo”.

    Uma preocupação da ONU no momento é com as variantes do coronavírus, mais transmissíveis, mais fatais e capazes de “minar a eficácia das vacinas”.

    Para conter o avanço da doença, a entidade lista três medidas: duplicar a produção de vacinas e garantir a distribuição justa, por meio da plataforma Covax; coordenar o financiamento de produção do imunizante; e criar programas de vacinação e de combate à desinformação.

    Por A referência 

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