Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Comitê Olímpico do Brasil lança programa de incentivo ao esporte feminino

    Por

    Nos Jogos Olímpicos 2020, o Brasil tem 46,8% de mulheres na equipe. Entre todos os esportistas em ação no Japão, a porcentagem feminina é 48,8%. Em Paris 2024, a meta do COI (Comitê Olímpico Internacional) é que 50% sejam mulheres. 

    Nas comissões técnicas do Brasil, elas já representam 10% dos treinadores e 20% dos chefes de equipe em ação no Japão, mas ainda há muito espaço para crescimento.

    Para impulsionar esse contingente de brasileiras olímpicas e ajudar muitas outras a traçar o mesmo caminho, não apenas nas arenas, mas também no treinamento e na gestão do esporte, o COB (Comitê Olímpico do Brasil) criou o programa Mulher no Esporte. A coordenação desta ação está nas mãos da medalhista de bronze em Pequim 2008 na vela Isabel Swan. 

    “Queremos trazer mais mulheres para o esporte, mais técnicas, mais atletas, mais gestoras, que possam imprimir um olhar mais feminino. É muito importante criar um ambiente inclusivo para que a mulher possa performar bem e trazer o resultado. O homem busca resultado para se sentir incluído, a mulher precisa se sentir integrada para prosseguir em busca de seus objetivos”, afirmou Isabel. 

    O primeiro passo do projeto é fazer um diagnóstico para descobrir quem é essa mulher atleta do Brasil: onde começou, o que conquistou, com quem treinou, quais suas referências na carreira, que impacto figuras femininas tiveram em sua trajetória, entre outros tópicos. As esportistas estão sendo incentivadas a responder um questionário de forma anônima no escritório do COB na Vila Olímpica.

    “É muito importante esse questionário. Muito mesmo! Faço questão de tirar uma foto mostrando que fiz para incentivar a galera a fazer”, disse a nadadora Etiene Medeiros, campeã mundial dos 50m costas. Ela visitou o escritório neste sábado, com a também nadadora Viviane Jungblut. 

    Posteriormente, integrado com diversos setores do COB, o projeto irá propor atuações. Um dos focos de atenção de Swan é a evasão no esporte feminino, que acontece principalmente na adolescência. 

    “Existe muita evasão no esporte feminino na puberdade. A menina entra na puberdade, o corpo vai mudando, vai virando uma mulher e esse processo precisa ser acompanhado”, afirmou a medalhista olímpica.

    Isabel ressaltou também a importância do incentivo à formação de mais técnicas e gestoras.

    “É importante para a mulher ter referência, poucas seguem para o alto rendimento. É importante ter referência não só no alto rendimento mas também na capacitação. Olhar feminino para questões femininas durante o processo de formação da atleta faz diferença”, disse Isabel, que ressaltou os mecanismos e projetos já existentes no COB de avaliação de governança, além dos cursos de capacitação oferecidos pelo IOB (Instituto Olímpico Brasileiro) que têm buscado ocupar mais cadeiras com mulheres.

    Chefe de equipe do taekwondo em Tóquio 2020 e medalhista de bronze em Pequim 2008, Natália Falavigna ressaltou a importância de projetos em prol do crescimento da participação feminina.

    “Fico feliz com esse investimento. O aumento do número de mulheres na delegação do Time Brasil fica claro nos últimos anos. Um ambiente inclusivo é importante, diferenciar as características da preparação ao nível do esporte e da performance das atletas, e também no ambiente da gestão, onde as mulheres estão cada vez mais se inserindo e trazem uma diversidade de pensamento”, afirmou.
    Por Terra
    Sair da versão mobile