Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Em reunião com Pazuello e Barros, Planalto pediu para senadores defenderem ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde

    Por

    Por Ana Flor

    Em reunião no Palácio do Planalto na manhã desta quarta-feira (7), ministros e assessores presidenciais pediram a senadores governistas da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid que não deixassem o ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, abandonado e à mercê dos oposicionistas em seu depoimento na comissão.

    A CPI da Covid visa apurar ações e omissões do governo federal no combate à pandemia. Roberto Dias prestou depoimento à Comissão nesta quarta-feira (7) e saiu da CPI acompanhado pela Polícia Legislativa. Na mesma noite, o ex-diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde pagou uma fiança de R$ 1,1 mil e foi liberado.

    Segundo participantes, entre os participantes da reunião no Planalto, estavam os ministros Luiz Ramos (Casa Civil) e Onix Lorenzoni (Secretaria Geral), o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e o ex-secretário-executivo da pasta Élcio Franco.

    O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, também participou, em uma demonstração de que a guerra interna na Saúde que transparece nos relatos e provas que chegam à CPI não transbordou para outras áreas do governo.

    O blog ouviu o relatos de que representantes do Planalto disseram aos senadores que se arrependem de ter exonerado Dias rapidamente depois da denúncia de propina e que anunciar uma investigação, com afastamento, teria sido mais apropriado.

    Outra alegação, atribuída por um dos participantes à Pazuello, era de que o erro de sua gestão foi não ter “descido a fiscalização ao terceiro escalão da pasta”.

    Os ministros e, em especial Pazuelo e Franco, foram muito cobrados pelos senadores, que afirmaram gastar parte de sua credibilidade defendendo muitas vezes o “indefensável”, por exemplo, quando áudios “constrangedores” vêm a público.

    Se em algum momento pensou em romper com Ricardo Barros, um dos principais líderes do centrão na Câmara, o Planalto deu hoje uma prova de que as coisas voltaram a ficar bem: voltou atrás e decidiu manter a nomeação de um indicado de Barros para presidir a Agência Nacional de Saúde (ANS). Paulo Roberto Vanderlei Rebello Filho teve o nome aprovado pelo plenário do Senado na noite desta quarta.

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