Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Maioria dos brasileiros diz que militar da ativa não deve ir a atos políticos nem ter cargo no governo, aponta Datafolha

    Por

    Por G1 

    Pesquisa do Instituto Datafolha publicada no final da noite deste domingo (11) pelo site do jornal “Folha de S.Paulo” aponta que a maioria dos brasileiros é contrária à participação de militares da ativa em atos políticos e tampouco em cargos no governo federal.

    O instituto perguntou: militares da ativa devem ou não participar de atos políticos?

    • Sim: 34%
    • Não: 62%
    • Não sabem: 4%

     

    Militares da ativa devem ou não participar de atos políticos?
    Número em porcentagem (%)
    3434626244SimNãoNão sabem020406080
    Fonte: Datafolha

    O levantamento também perguntou: militares deveriam ou não ter cargos no governo?

    • Sim: 38% (eram 43% em maio de 2020 e 41% em maio deste ano)
    • Não: 58% (eram 52% em maio de 2020 e 54% em maio deste ano)
    • Não sabem: 4% (eram 5% em maio de 2020 e 5% em maio deste ano)

     

    Militares deveriam ou não ter cargos no governo?
    Números em porcentagem (%)
    SimNãoNão sabeMaio de 2020Maio 2021Junho de 2021010203040506070
    Fonte: Datafolha

    A pesquisa ouviu 2.074 pessoas com mais de 16 anos nos dias 7 e 8 de julho. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

    MAIS PESQUISAS DATAFOLHA:

    Militares no governo

     

    Os militares têm grande participação no governo de Jair Bolsonaro, especialmente nos primeiro e segundo escalações. O general da ativa Eduardo Pazuello, por exemplo, comandou o Ministério da Saúde durante boa parte do período mais intenso e trágico da crise sanitária provocada pela pandemia do novo coronavírus.

    O ex-ministro da Saúde é alvo da CPI da Covid, em andamento no Senado, justamente por sua gestão na Saúde. Ao deixar a pasta, ganhou um cargo no Palácio do Planalto.

    Pazuello participou em maio de manifestação ao lado do presidente, no Rio de Janeiro, como mostra o vídeo abaixo. O episódio repercutiu mal inclusive internamente nas Forças Armadas.

    Bolsonaro faz passeio de moto com apoiadores no Rio de Janeiro

    Na semana passada, as Forças Armadas reagiram às críticas do senador Omar Aziz (PSD-AM), em fala durante sessão da CPI da Covid.

    Aprovam a participação militar em atos políticos e no governo os eleitores de Bolsonaro: 56% e 57% em cada quesito. Os apoiadores do ex-presidente Lula são contrários: 71% e 72% não concordam.

    Mantido o cenário político atual, Bolsonaro e Lula devem participar da eleição presidencial em 2022. O petista lidera a corrida, com 46%, contra 25% de Bolsonaro.

    Os jovens (46%) e aqueles que ganham de 5 a 10 salários mínimos (41%) apoiam militares em atos políticos.

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