Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Alison corria de boné para esconder queimaduras; hoje exibe medalha

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    Até bem pouco tempo, um menino chamava a atenção do esporte brasileiro por seus resultados e também por um incomum boné nas pistas de atletismo. Era Alison dos Santos, medalhista nesta terça-feira (3), em Tóquio 2020. O menino, que chegou a esconder as marcas de queimaduras na cabeça, hoje, aos 21 anos, exibe orgulhoso a medalha de bronze dos 400 metros com barreiras nos Jogos Olímpicos.

    O atleta de São João da Barra, no interior de São Paulo, fez o terceiro tempo (46s72) na prova mais rápida da história dos 400 metros com barreiras. O norueguês Karsten Warholm cravou o novo recorde mundial (45s94), seguido pelo norte-americano Rai Benjamin (46s17).

    “O atletismo me fez ser uma pessoa diferente, fez melhorar o meu jeito de ser, entender e me aceitar mais que antes, realmente, era muito tímido, tinha muita vergonha e tudo mais. Só que hoje eu sei que isso faz parte de mim não tem por que eu querer ficar tímido, por isso não tenho vergonha alguma e isso faz parte de mim. Já levo isso como orgulho como como lutas que eu venci”, disse o atleta, na área de entrevistas do Estádio Olímpico.

    Aos 10 meses, o bebê Alison entrou na cozinha e de casa e viu uma panela com óleo quente virar sobre a sua cabeça. As queimaduras de terceiro grau o deixaram dois meses em um hospital, sendo 15 dias na UTI, em Barretos, próximo de onde nasceu. Ana Fidélis, com natural com toda mãe, ainda hoje se culpa pelo acidente e já revelou ter passado dias e dias aflita com o filho entre a vida e a morte.

    Felizmente, o jovem não se lembra daqueles dias. O bullying na escola era muito grande e, esse sim, demorou a ser superado. Preto, de família humilde, com o lado direito do rosto com cicatrizes e marcas que impedem o crescimento de cabelo no topo da cabeça, a vergonha o fez se esconder em um boné durante muito tempo. Quando faltava o boné, o capuz mesmo em dias quentes era uma opção para o garoto sentado no fundo da sala de aula.

    “Era questão de timidez mesmo, de olhares, de alguns comentários que faziam pelas minhas costas e isso mexia um pouco. Abalava um pouco a confiança e tudo mais só que o atletismo me fez entender que isso não não era não era necessário ter essa vergonha, não é necessário ter essa timidez quanto a isso porque todos nós somos iguais ninguém é melhor que ninguém por nada”, completou o atleta.

    Um projeto social, no entanto, convidou o menino para umas aulas de atletismo. Os primeiros convites foram recusados, já que para correr seria preciso tirar o boné. Até que um dia, por incentivo de um amigo, decidiu frequentar as aulas. Não demorou muito e, aos 16 anos, já estava no meio dos adultos, conquistando tempos expressivos. Em uma dessas competições, Alison chegou a usar uma touca de natação, ainda com medo da repercussão por suas queimaduras.

    Alison desembarcou na capital japonesa credenciado pelo título no Pan Lima 2019 nos 400 metros com barreiras e pelo vice-campeonato no 4×400 misto no Mundial de Revezamentos 2021. Como se não bastasse, ainda via o número 3 no placar indicando a sua posição no ranking. O caminho da medalha estava claro e contou com uma classificação à final na segunda posição geral, a 0s01 do norueguês Karsten Warmholm, que pulverizou o recorde mundial na final.

    Por R7

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