Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Análise: Atlético-MG tem vitória histórica e dá recado de trabalho para ser campeão em curto prazo

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    Antes de a coletiva de imprensa começar, Cuca pegou o microfone, olhou para um lado, para outro, ajeitou o cabelo e perguntou: “Está bom aqui?” Uma pergunta que também pode servir aos críticos. O Atlético tem o que melhorar, mas é impossível não celebrar o momento. Uma vitória deste quilate, contra o River Plate (1 a 0, no Monumental de Núñez), é um recado de que o time está sedento por títulos, e ainda com Diego Costa para chegar.

    Se o primeiro tempo foi de um Galo mais retraído, com componentes do ataque presos na função de fechar espaços, e um meio de campo que era sufocado pelo River na saída de bola, o time foi outro no segundo tempo. A velha conversa de vestiário que vem fazendo a diferença na temporada.

    Viradas contra Juventude e Corinthians no Brasileiro, gols nas etapas complementares para resolver jogos e inteligência para atacar aproveitando uma solidez defensiva que há anos, décadas, não se via no Galo. São apenas três gols sofridos em nove jogos da Libertadores. Isso com 270 minutos contra Boca e River Plate. Faltam 90 minutos, cruciais, em casa. Nada está ganho, é verdade. Uma eliminação seria duríssima. Mas é preciso dizer. O Atlético construiu um time com estrutura de campeão.

    Se vai ser, ou não, impossível cravar. Mas a postura em campo e consciência tática para impedir o gol adversário, aliado ao brilhantismo das peças, é de se aplaudir. Impossível pensar que um time brasileiro irá dominar as ações contra um pesado River, bicampeão recente da Libertadores, vice em 2019, e que tem o mesmo técnico há incríveis sete anos.

    A escalação do Galo foi ousada, no papel. Um lado esquerdo mais forte ofensivamente, com Guilherme Arana, recém-chegado das Olimpíadas, e Eduardo Vargas na ponta. Na etapa inicial, poucas ações ofensivas, Hulk muito ilhado no ataque, Nacho ainda se encontrando e uma carga alta na defesa. Impressionou a postura dos defensores no que diz respeito a matar a linha de passe e forçar o erro do River.

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