Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Garcia: Pedido de impeachment de ministro do STF está previsto na Constituição

    Por

    No quadro Liberdade de Opinião desta segunda-feira (23), o jornalista Alexandre Garcia avaliou o encontro de governadores que acontecerá hoje para debater maneiras de garantir a defesa da democracia e melhorar a relação entre os Poderes Executivo e Judiciário.

    Os governadores decidiram convocar a reunião depois de o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) apresentar o pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

    “[Para ajudar a acalmar os ânimos os governadores devem] defender a Constituição. Alguém que defende a Constituição, está defendendo a democracia. O pedido de impeachment não é nada fora da Constituição, está previsto. Portanto, isso está dentro da Constituição como forma de dar uma sacudida no Supremo”, disse o jornalista.

    “Não pode haver terceirização da Constituição para prefeitos e governadores, uma Constituição da cabeça de alguém. Para mudar a Constituição, ela prevê que têm que ter duas votações, na maioria de três quintos, na Câmara e depois mais duas no Senado.” 

    O Liberdade de Opinião tem a participação de Fernando Molica e Alexandre Garcia. O quadro vai ao ar diariamente na CNN.

    (As opiniões expressas nesta publicação não refletem, necessariamente, o posicionamento da CNN ou seus funcionários.)

    Por CNN Brasil

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