Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Indígenas voltarão a fechar trecho da BR-364 no Acre contra aprovação do Marco Legal

    Por

    Indígenas da etnia Hone Katukina, que vivem a cerca de 70 quilômetros de Cruzeiro do Sul, vão fechar a BR-364 na próxima quarta-feira, 1° de setembro, data enquanto o Supremo Tribunal Federal (STF) irá votar a lei do Marco Legal. O líder Adriano Katukina diz que a interrupção  do tráfego da rodovia federal será um ato de protesto contra a lei e convida outros povos indígenas e lideranças  para participar do protesto de fechamento da estrada  que liga a região do Juruá ao restante do Acre.

    O fechamento vai durar o dia todo, segundo Adriano Katukina. “Não estamos protestando contra o governo estadual ou municipal, e sim contra o Marco Legal, que não reconhece os direitos que nossos ancestrais lutaram para conquistar. É uma luta por todos nós indígenas do Brasil e pelas futuras gerações”, explica, que pede desculpas para quem precisa usar a BR. “Não queremos prejudicar ninguém”, relata.

    O marco temporal, que é  defendido por ruralistas, define que terras do Brasil só podem ser reivindicadas por etnias indígenas caso tenham sido ocupadas antes da Constituição de 1988. Em protesto contra a aprovação da medida, indígenas de várias etnias e estados aguardam a votação na Praça dos Três Poderes. A votação já foi adiada pelo STF em duas ocasiões. 

    Por Ac24horas

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