Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Prefeito Jailson Amorim participa de encontro na AMAC, em Rio Branco

    Por

    Nesta sexta-feira, 03, o prefeito Jailson Amorim, cumprindo agenda em Rio Branco, participou de reunião na sede daAssociação dos Municípios do Acre (AMAC). O encontro teve as participações do General Ubiratan Poty, Diretor do Programa Calha Norte, do Ministério da Defesa (PCN/MD), e do senador Sérgio Petecão (PSD/AC).

    A pauta teve como objetivo a viabilização da execução dos recursos de emendas parlamentares dentro do Programa Calha Norte, uma vez que a prefeitura de Rodrigues Alves ainda dispõe dos recursos de algumas emendas parlamentares vinculadas ao PCN, liberados e pagos ao município desde 2017 (em alguns casos) e que, atualmente, encontram didiculdades na execução (como a compra de caminhão, por exemplo) por causa da diferença de preços dos bens cotados antes da pandemia de Covid-19 e que, de 2017 até os dias atuais, tiveram seus preços significativamente aumentados.

    Por Galber Matos 

    Sair da versão mobile