Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Riscos fiscais implicam alta nas projeções de inflação, diz BC

    Por

    O aumento dos preços de alimentos, combustíveis e energia e novos prolongamentos das políticas fiscais de combate aos efeitos da pandemia de covid-19 levaram o Banco Central (BC) a manter a trajetória mais contracionista para a política monetária, para conter o avanço da inflação. A avaliação consta na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, divulgada hoje (28).

    Para o Copom, novos prolongamentos das políticas fiscais pressionam a demanda agregada (procura por bens e serviços) e pioram a trajetória fiscal, de comprometimento das contas públicas. “Apesar da melhora recente nos indicadores de sustentabilidade da dívida pública, o risco fiscal elevado segue criando uma assimetria altista no balanço de riscos, ou seja, com trajetórias para a inflação acima do projetado no horizonte relevante para a política monetária”, diz a ata.

    No encontro da semana passada, o Copom elevou a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 5,25% ao ano para 6,25% ao ano e já sinalizou que deve fazer um aumento da mesma magnitude na próxima reunião, em outubro, mantendo o ciclo de elevação da taxa de juros.

    Esse foi o quinto reajuste consecutivo na taxa Selic, que está no nível mais alto desde julho de 2019, quando estava em 6,5% ao ano. Para combater os efeitos da pandemia, em agosto de 2020 chegou ao menor nível da história, em 2% ao ano. De março a junho, o Copom tinha elevado a taxa em 0,75 ponto percentual em cada encontro. No início de agosto, o BC passou a aumentar a Selic em 1 ponto a cada reunião.

    Para decidir sobre a elevação, o comitê estabeleceu um cenário básico para a inflação, com as projeções em torno de 8,5% para 2021, 3,7% para 2022 e 3,2% para 2023. Esse cenário supõe trajetória de juros que se eleva para 8,25% ao ano em 2021 e para 8,50% ao ano em 2022, e reduz-se para 6,75% ao ano em 2023. Com os dados, as projeções para a inflação de preços administrados, como combustível e energia, são de 13,7% para 2021 e 4,2% para 2022 e 4,8% para 2023. O Copom adotou ainda uma hipótese de bandeira tarifária de energia elétrica em “escassez hídrica” em dezembro deste ano e em “vermelha – patamar 2” em dezembro de 2022 e 2023.

    Inflação

    A Selic é o principal instrumento usado pelo Banco Central para alcançar a meta de inflação. A elevação da Selic, que serve de referência para as demais taxas de juros no país, ajuda a controlar a inflação, porque a taxa causa reflexos nos preços, já que juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, contendo a demanda aquecida.

    Em agosto, a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou no maior nível para o mês desde 2000 e acumula 9,68% em 12 meses, pressionado pelo dólar, pelos combustíveis e pela alta da energia elétrica.

    O valor está acima do teto da meta de inflação. Para 2021, o Conselho Monetário Nacional (CMN) tinha fixado meta de inflação de 3,75%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 5,25% neste ano nem ficar abaixo de 2,25%. Para 2022 e 2023 as metas são 3,5% e 3,25%, respectivamente, com o mesmo intervalo de tolerância.

    De acordo com o cenário básico do BC, as projeções estão ligeiramente acima da meta para 2022 e ao redor da meta para 2023. Isso reforça a decisão do BC de manter a política contracionista.

    O Copom enfatizou que os próximos passos da política monetária também dependerão da evolução da atividade econômica. De acordo com o BC, o atual ciclo de elevação de juros permite que o comitê obtenha mais informações sobre o estado da economia e o grau de persistência dos choques, diante da influência de itens voláteis nas projeções de inflação de curto prazo e do ineditismo do processo de readequação econômica pós-pandemia.

    “Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego”, diz a ata.

    Economia

    A ata destaca que a inflação ao consumidor segue elevada e alta nos preços dos bens industriais deve persistir no curto prazo. Além disso, nos últimos meses, os preços dos serviços cresceram a taxas mais elevadas, “refletindo a gradual normalização da atividade no setor, dinâmica que já era esperada”. “Adicionalmente, persistem as pressões sobre componentes voláteis como alimentos, combustíveis e, especialmente, energia elétrica, que refletem fatores como câmbio, preços de commodities e condições climáticas desfavoráveis”, diz a ata.

    Para o BC, em relação à atividade econômica brasileira, a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB – soma de todos os bens e serviços produzidos pelo país) do segundo trimestre, assim como os indicadores mais recentes, continua mostrando evolução positiva, “o qual contempla recuperação robusta do crescimento econômico ao longo do segundo semestre”.

    No segundo trimestre de 2021, o PIB apresentou recuou de 0,1% em relação ao trimestre anterior, após três trimestres consecutivos de crescimento. O resultado é considerado como estabilidade pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Por outro lado, ao resultado do PIB seguiram-se outras divulgações mais negativas, ainda que evoluindo favoravelmente. Segundo o BC, parte delas decorre de uma antecipação do crescimento esperado para alguns dos setores mais atingidos pela pandemia e outra parte deriva da menor produção industrial, decorrente da manutenção de dificuldades nas cadeias de suprimentos. Ainda assim, o comitê manteve a visão de uma retomada robusta da atividade no segundo semestre, na medida em que os efeitos da vacinação contra covid-19 sejam sentidos de forma mais abrangente.

    Para 2022, o Copom considera que o crescimento da economia será beneficiado pela continuação da recuperação do mercado de trabalho e do setor de serviços, mesmo que em menor intensidade; pelo desempenho de setores menos ligados ao ciclo de negócios, como agropecuária e indústria extrativa; e por resquícios do processo de normalização da economia conforme a crise sanitária perde força.

    Segundo o BC, no cenário internacional, os estímulos monetários de longa duração e a reabertura das principais economias também mantém um ambiente favorável para países emergentes.

    Por Agência Brasil

    Sair da versão mobile