Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Clima deve dominar cúpula do G20 antes de conferência da ONU

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    Se for para as conversas climáticas de novembro em Glasgow, na Escócia, terem sucesso, os primeiros sinais de progresso podem surgir neste final de semana, quando líderes das 20 maiores economias do mundo realizam sua primeira reunião presencial em dois anos.

    Há obstáculos pelo caminho. O G20 está dividido em questões como a eliminação gradual do carvão e a limitação do aquecimento global a 1,5 grau Celsius, o que dá aos diplomatas pouco tempo para acertar um acordo antes do encontro sobre o clima, nos dias 30 e 31 de outubro.

    Muitos dos líderes que irão a Roma, incluindo o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, voarão em seguida para a Escócia, para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021 (COP26), que é considerada vital para se enfrentar a ameaça da elevação das temperaturas.

    A COP26 envolve quase 200 países, mas o G20, que inclui Brasil, China, Índia, Alemanha e Estados Unidos, é a força dominante, respondendo por mais de 80% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, 60% de sua população e cerca de 80% das emissões globais de gases de efeito estufa.

    “Acabou o tempo das gentilezas diplomáticas. Se os governos, especialmente os do G20, não se pronunciarem e liderarem esse esforço, estamos a caminho de um sofrimento humano terrível”, disse o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, na semana passada.

    Contrariando as esperanças de uma reação robusta do G20, as expectativas de Biden, de seguir para a Europa com um acordo doméstico forte a respeito da política do clima, diminuem muito por causa de divisões políticas a respeito de um pacote de gastos mais abrangente.

    Para aumentar a decepção da anfitriã Itália, os líderes da China, do Japão, México, da Rússia e Arábia Saudita decidiram não comparecer à reunião, que será realizada em um subúrbio de Roma chamado EUR, construído pelo ditador fascista Benito Mussolini.

    Segundo relatos, o presidente chinês, Xi Jinping, e o presidente russo, Vladimir Putin, teriam desistido por causa de temores relativos à pandemia de Ccvid-19, mas devem acompanhar os debates por videoconferência, disseram diplomatas.

    A covid-19 transformou a cúpula do G20 no ano passado em evento virtual, e suas consequências ainda presentes terão destaque nas conversas em Roma, nas quais a Itália está determinada a fazer as grandes economias coordenarem a recuperação global.

    Por Agência Brasil 

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