Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Joe Biden e Papa Francisco têm longo encontro no Vaticano

    Por

    Por G1

    O presidente dos Estados UnidosJoe Biden, teve um encontro de 1 hora e 15 minutos com o Papa Francisco nesta sexta-feira (29) no Vaticano. Depois do encontro, houve outros 15 minutos de socialização e tempo para tirar fotos e trocar presentes junto com outros membros da delegação dos EUA, como a primeira-dama Jill Biden.

    Nos EUA, o apoio de Biden a políticas que garantem o acesso ao aborto tem sido um ponto de conflito com os católicos.

    Em 2017, o papa encontrou-se com Donald Trump, que era o presidente americano, por cerca de 30 minutos. Em 2014, quando Obama estava no poder, o encontro durou 50 minutos.

    A comitiva do presidente foi escoltada por seguranças para chegar ao Vaticano. Roma está se preparando para receber o encontro de cúpula do G20 neste fim de semana.

    Católicos pressionam Biden por apoiar direito ao aborto

    O Papa Francisco é o primeiro da América Latina, e Joe Biden é o segundo presidente católico dos EUA (o primeiro foi John F. Kennedy).

    Católicos conservadores dos EUA pressionam o presidente porque Biden apoia o direito ao aborto.

    Biden vai a missas com frequência, e ele tem uma foto do papa em seu principal escritório. Ele já afirmou que, pessoalmente, ele é contra o aborto, mas que como líder eleito ele não pode impor sua crença ao Estado.

    Membros da Igreja nos EUA já disseram que Biden não deveria receber a comunhão. Antes do encontro com o papa, eles intensificaram sua campanha: “Caro Papa Francisco, você declarou que aborto é assassinato. Por favor, questione o presidente Biden sobre esse tema crítico. O insistente apoio dele ao aborto é um constrangimento para a Igreja e um escândalo para o mundo”, afirmou o bispo Thomas Tobin, em uma rede social.

    O cardeal Raymond Burke, outro conservador católico, também fez críticas, mas evitou citar o nome do presidente. Em um texto, afirmou que há um escândalo causado por políticos católicos, que teriam contribuído para a “consolidação da cultura da morte nos EUA, na qual aborto é um simples fato da vida cotidiana”.

    Em junho, uma conferência de bispos dos EUA se encontrou e redigiu um documento em que afirmava que alguns bispos deveriam aconselhar políticos católicos, inclusive o presidente.

    O Vaticano afirmou que esse documento sinalizaria discórdia.

    O papa de fato afirmou que aborto é assassinato, mas ele também deu a entender que considera que os bispos dos EUA tratam o tema de forma política, e não pastoral.

    “A comunhão não é um prêmio para os perfeitos, a comunhão é um presente, [é] a presença de Jesus e da sua Igreja”, afirmou o papa.

    Os bispos deveriam tratar os políticos que apoiam o direito ao aborto com compaixão e ternura.

    O Papa Francisco já disse que a Igreja se opõe ao aborto, mas que esse tema não deveria eclipsar outros, como a pobreza e a imigração.

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