Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    MPRJ denuncia dois policiais por homicídio no Jacarezinho

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    O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou à Justiça dois policiais civis suspeitos de envolvimento no homicídio de Omar Pereira da Silva, na comunidade do Jacarezinho, em maio deste ano. Omar foi um dos 29 mortos em uma operação policial na favela, localizada na zona norte da cidade do Rio de Janeiro, em 6 de maio.

    Um dos agentes foi denunciado por homicídio doloso e fraude processual, enquanto o outro responderá por fraude processual.

    Segundo o MPRJ, Omar foi executado dentro de uma casa, quando já estava encurralado, desarmado e ferido com um tiro no pé. Depois da morte, de acordo com o MPRJ, os agentes tiraram o corpo da vítima do local antes da chegada da perícia. Além disso, os policiais são suspeitos de terem inserido uma granada no local do crime e apresentado uma pistola como se fosse da vítima, o que configuraria fraude processual.

    No dia 6 de maio, policiais civis fizeram uma operação na favela do Jacarezinho contra a organização criminosa que controla a venda de drogas ilícitas na comunidade. Logo no início da operação, o policial civil André Leonardo de Mello Frias, de 45 anos, foi morto com um tiro na cabeça.

    A operação seguiu, apesar da morte, e, ao final, um balanço da ação apontou outras 24 mortes. Na ocasião, a Polícia Civil informou que todos os 24 morreram em confronto com policiais e negou que tivesse havido execuções.

    De acordo com o MPRJ, a denúncia contra os dois policiais, que foi oferecida ontem (14), é a primeira contra agentes de segurança, em decorrência de ação policial, após decisão proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635.

    A decisão restringiu a realização de operações policiais em comunidades do estado do Rio de Janeiro durante a pandemia e trouxe a necessidade de comunicação e justificativa da excepcionalidade da medida ao Ministério Público.

    Por Agência Brasil

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