Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Amazonas tem quase um terço das cidades com 40% ou menos de adultos vacinados

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    Amazonas tem 30% das cidades com apenas 40% ou menos de cobertura vacinal completa em maiores de 18 anos, de acordo com informações da Fundação de Vigilância em Saúde.

    O estado como um todo tem apenas 66% da população adulta com o esquema vacinal completo contra a Covid-19 e está bem abaixo da média nacional, que registra mais de 80% dos adultos vacinados com as duas doses ou dose única contra o coronavírus.

    Os dados são ainda mais contrastantes quando se leva em consideração municípios amazonenses como Anamã, São Paulo de Olivença, Tapauá e Santo Antônio do Içã, que não atingiram sequer 20% da população vacinada.

    Em entrevista à CNN Rádio, o epidemiologista da Fiocruz Amazonas, Jessem Orelana, afirmou que a imunização contra a Covid-19 escancarou um problema histórico da região.

    “A vacinação está interiorizando um problema antigo aqui na região Norte de acesso ao serviço de saúde por parte da população, muito em função do baixo número de profissionais de saúde, principalmente nas cidades menores”, disse.

    Segundo Jessem, a maior parte das cidades do interior “tem um enfermeiro apenas que cuida do programa de vacinação, tuberculose, malária, hanseníase, diarreia, faz mil coisas ao mesmo tempo e no fim não consegue fazer nada com precisão e qualidade, é um problema antigo e que a vacinação acaba expondo.”

    A pediatra e diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Flávia Bravo, também citou as dificuldades de acesso a essa população, e fez um alerta.

    “Enquanto tivermos baixas coberturas vacinais em alguns lugares, a heterogeneidade de cobertura não permitirá o controle da pandemia, vai ter sempre bolsão de suscetíveis, circulação de vírus e possibilidade de surgimento de variantes que podem escapar das vacinas ou até da imunidade de quem já teve a doença.”

    Como resultado da falta de vacinação, o interior amazonense já registra aumento de casos. “Justamente nessa região, que é onde temos mais dificuldade de garantir a vacinação da população, temos surtos corriqueiros de Covid-19, no alto Rio Solimões, alto Rio Negro e na cidade de São Gabriel da Cachoeira. É um indicativo de que nós não estamos com a epidemia sob controle”, lamentou Jessem.

    Por CNN Brasil

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