Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Após laudo, MP entende que Veloso e Otávio não tiveram intenção na morte de Maicline

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    Por Leônidas Badaró, ac24horas.com

    O oftalmologista Eduardo Veloso e o empresário Otávio Costa devem ser julgados pela justiça por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, no caso da morte da jovem Maicline Borges, ocorrido em 12 de janeiro de 2019, após um acidente envolvendo dois jet skis pilotado por Veloso e Otávio.

    Pelo menos, este é o entendimento do promotor de justiça Teotônio Júnior. De acordo com decisão do representante do MPAC, não há nenhuma dúvida de que o médico e empresário são os responsáveis pelo acidente que vitimou Maicline e de que houve imprudência dos dois. No entanto, Teotônio entende que, após a análise do laudo pericial realizado no local do acidente, às margens do Riozinho do Rola, acredita que Veloso e Otávio não tiveram dolo, ou seja, não tiveram a intenção de matar a jovem, o que caracteriza homicídio culposo.

    Por conta desse entendimento, o promotor pediu que o caso deixe a Vara do Tribunal do Júri. “Dessa forma, o crime que comento foge da esfera da competência da Vara do Tribunal do Júri, já que entendemos tratar-se de um crime culposo”, afirma em seu despacho.

    O pedido para que o caso fosse retirado da Vara do Tribunal do Júri foi parar na mesa do juiz Alesson Braz que concordou com a solicitação do MPAC. Nesta terça-feira, 23, o processo já foi redistribuído para uma das Varas Criminais Genéricas.

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