Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    COP26 limita participação de sociedade civil, reclamam observadores

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    Os países em desenvolvimento têm alertado, cada vez com mais frequência, para o fato de serem, “injustamente”, os alvos dos impactos da falta de ação dos países ricos para reverter alguns dos efeitos das alterações climáticas, ou pelo menos evitar que as temperaturas globais aumentem mais de 1,5º Celsius. Nesta segunda-feira (8), em que começa a segunda semana da cúpula climática da Organização das Nações Unidas (ONU) em Glasgow, na Escócia, vários grupos de comunidades vulneráveis, indígenas, ativistas e membros da sociedade civil criticam as restrições de acesso às negociações. Paralelamente, a ONG Global Witness observou que a maior delegação presente na COP26 é a de representantes da indústria dos combustíveis fósseis, o que leva os especialistas a questionar a legitimidade do evento.

    Os debates nesta semana serão sobre temas como a adaptação às alterações climáticas, o papel da mulher na ação climática, a ciência e inovação, a descarbonização dos transportes e as cidades, culminando com o fim das negociações na sexta-feira (12). As negociações visam a um acordo final da COP26, a ser assinado por todos os 197 países que participam do encontro.

    O documento deverá incluir metas concretas para o corte das emissões de dióxido de carbono e para o aumento do investimento público no combate, mitigação e adaptação às alterações climáticas. Mas as negociações continuam a ocorrer a portas fechadas e, por isso, a legitimidade da cúpula tem sido questionada por participantes da sociedade civil, que consideram as restrições de acesso às negociações “inéditas e injustas”.

    Integrantes de centenas de organizações ambientais e acadêmicas, de justiça climática, de comunidades indígenas e de grupos de direitos das mulheres, que estão como observadores das negociações da COP26, afirmam que serem excluídos das negociações pode ter consequências nefastas para milhões de pessoas.

    “As vozes da sociedade civil são fundamentais para o resultado da COP26, mas não temos sido capazes de fazer o nosso trabalho. Se a participação e a inclusão são a medida de legitimidade, então estamos num terreno muito instável”, disse ao The Guardian Tasneem Essop, diretor executivo da Climate Action Network (CAN), que representa mais de 1.500 organizações em mais de 130 países.

    Os observadores são uma espécie de vigilantes informais da cúpula. Isto é, são os olhos e os ouvidos do público durante as negociações, para garantir que os procedimentos sejam transparentes e que reflitam as preocupações das comunidades e grupos com maior probabilidade de serem afetados pelas decisões dos líderes mundiais.

    No entanto, sua capacidade de observar, interagir e intervir nas negociações sobre os mercados de carbono, catástrofes e danos e até sobre as necessidades de financiamento climático foi restrita durante a primeira semana, diz o jornal britânico.

    “Há milhares de ativistas que deviam estar aqui, mas estão ausentes e é chocante que se restrinja o espaço para a sociedade civil e as vozes da linha de frente. É ofensivo, injusto e inaceitável”, considerou também Gina Cortes, membro do Grupo de Mulheres e Gênero, acrescentando que têm de ser denunciadas “as profundas desigualdades e injustiças desta cúpula”.

    Por Agência Brasil

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