Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Caso Kiss: depoimentos prosseguem no sétimo dia de júri

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    O operador de áudio da Banda Gurizada Fandangueira à época do incêndio na Boate Kiss, Venâncio da Silva Anschau, 40 anos de idade, foi uma das pessoas que prestaram depoimento nesta terça-feira (7). O julgamento já é o mais longo da história do Poder Judiciário do Rio Grande do Sul, ultrapassando o júri do caso do menino Bernardo, ocorrido na Comarca de Três Passos, em 2018, que durou cinco dias.

    Segundo Anschau, o grupo já havia se apresentado na Boate Kiss fazendo uso de artefatos pirotécnicos. Conforme Anschau, na noite do incêndio, a banda subiu ao palco por volta das 2h30 e ele estava na mesa de som no momento em que foram acionados os fogos de artifício, que ficavam nas laterais do chão do palco. Apesar da proximidade, não percebeu o momento em que o fogo começou.

    “De repente, a banda parou de tocar”. O sonorizador viu os integrantes do grupo com garrafas de água.

    O operador disse que desabilitou o som no momento em que viu uma pessoa subir no palco e viu, posteriormente, que a pessoa tentava usar um extintor de incêndio.

    “Depois, já na delegacia, perguntei a Marcelo [que também havia tentado usar o equipamento] o que aconteceu; e ele disse que não sabia, que batia nele e não saía nada”.

    O depoente esclareceu que no microfone não foi feito nenhum anúncio ao público do que ocorria. “Eu não sabia o que estava acontecendo. Errei ao bloquear o som”, disse chorando.

    Na fuga, Venâncio disse a pessoas próximas para saírem do local e informou para um dos seguranças: “está abrindo fogo lá atrás”.

    Anschau ficou internado no hospital, por exposição à fumaça, e disse que nunca conversou com ninguém sobre a tragédia e chegou a fazer tratamento médico por causa das sequelas pulmonares.

    Outra pessoa ouvida nesta terça-feira foi a arquiteta Nivia da Silva Braido. Ela foi ouvida na condição de informante, por ter tido um relacionamento no passado com um ex-advogado da Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria.

    Em 2012, ela foi procurada por um dos réus, Elissandro Callegaro Spohr (Kiko) para colocar um papel de parede em um dos ambientes da Boate Kiss e disse que perguntou quem era o responsável técnico pelos trabalhos e alertou sobre o risco de ausência de um responsável técnico.

    “Qualquer mudança de layout, reforma, mesmo uma obra residencial, é necessário um profissional que garanta a segurança da obra, tanto durante quanto a garantia pós-execução”, disse em depoimento.

    Ela também ouviu que Kiko estava trabalhando a questão para resolver o problema de vazamento acústico por exigência do Ministério Público.

    Ela disse ainda que era frequentadora da boate antes da reforma e viu, em visitas posteriores, que algumas das suas sugestões foram adotadas na casa noturna, como a colocação de mais uma porta de saída, mas não observou se havia saídas de emergência ou extintores de incêndio.

    Ainda serão ouvidos hoje o ex-chefe do Estado Maior do 4º Comando Regional dos Bombeiros de Santa Maria Gerson da Rosa Pereira, arrolado pela defesa de Elissandro Spohr.

    Nilvo José Dornelles, testemunha indicada por Marcelo de Jesus dos Santos, também será inquirida hoje.

    Ontem (6), foram ouvidos Márcio André de Jesus dos Santos, Stenio Rodrigues Fernandes, Willian Renato Machado e Nathália Daronch.

    Por Agência Brasil

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