Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Cenário sugere quadro de estagflação para 2022, diz ex-diretor do Banco Mundial

    Por

    O anúncio do recuo de 0,1% do PIB do terceiro trimestre de 2021 e as expectativas sobre 2022 criam uma situação que, para o economista Carlos Braga, ex-diretor do Banco Mundial e professor da Fundação Dom Cabral, sugere um cenário de “estagflação” da economia brasileira.

    A análise foi feita por Braga em entrevista à CNN nesta quinta-feira (2), na qual o economista apontou um conjunto de medidas geradoras de “incerteza” como um dos fatores para tal previsão.

    “Há insegurança jurídica sobre o debate de PEC dos Precatórios, lei de responsabilidade e teto fiscal. Tudo isso começa também a pressionar os juros – o instrumento que o Banco Central tem é o aumento da Selic, que hoje está em 7,75% e o mercado aposta que vai chegar em 9,25%”, afirmou.

    “Ao mesmo tempo que essas medidas abrem espaço fiscal, elas criam pressões em termos do custo da dívida. Temos que continuar a prestar atenção às pressões inflacionárias – um instrumento é taxa de juros, mas isso cria um ambiente provável de estagflação”.

    Por CNN Brasil

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