Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    ‘Rachadinha’: ex-funcionário de Carlos Bolsonaro na Câmara do Rio afirma ao MPRJ que nunca teve crachá nem sabe o nome dos colegas da época

    Por

    Por Ricardo Abreu, GloboNews

    O ex-servidor público Gilmar Marques, que trabalhou no gabinete do vereador do Rio Carlos Bolsonaro de 2001 a 2008, disse ao Ministério Público que não se lembra dos nomes das pessoas com quem trabalhava e que nunca teve crachá.

    A declaração foi dada no âmbito da investigação que a apura a possível existência de um esquema de “rachadinha” no gabinete do filho do presidente Jair Bolsonaro (PL).

    O MP investiga se Carlos Bolsonaro recebeu de volta parte dos salários de ex-funcionários que trabalharam em seu gabinete. Ele já teve os sigilos bancário, fiscal e telemático quebrados, junto com outras 26 pessoas, e o MP continua ouvindo depoimentos de funcionários investigados.

    Ao depor, Gilmar disse que, apesar de trabalhar por sete anos com Carlos Bolsonaro e receber salário pago com dinheiro público, nunca teve crachá na Câmara do Rio. Em maio, a GloboNews mostrou que a Justiça autorizou a quebra dos sigilos.

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