Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Depois de disparada nos preços, vendas de arroz estacionam e sobra estoque

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    Após ver um salto nas vendas no Brasil, nas exportações e, claro, nos preços em 2020, o arroz, o grande “vilão” da inflação naquele ano, vive agora uma situação bem diferente.

    Os preços altos encontraram em 2021 uma população com a renda em queda, enquanto os compradores de fora reduziram os pedidos.

    O resultado é que as vendas do produto caíram, e está sobrando arroz nos estoques dos produtores.

    Em dezembro do ano passado, os estoques do arroz estavam cerca de 35% maiores do que em dezembro de 2020, de acordo com informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq, escola de agricultura da Universidade de São Paulo.

    “No mercado interno, a renda da população diminui e atrapalhou as vendas de forma geral”, diz Lucilio Alves, pesquisador responsável pela equipe de arroz do Cepea.

    Ele também explica que há um efeito de normalização da pandemia: se, em 2020, as pessoas ficaram e comeram mais em casa, o que estimulou o consumo do arroz em larga escala, a volta da circulação e das refeições fora em 2021 ajudaram a diversificar mais os pratos novamente.

    Ao mesmo tempo, importantes países exportadores do grão, como Índia e Indonésia, voltaram a abastecer o mundo depois de suspender parte das exportações na pandemia, o que voltou a aumentar a concorrência para o arroz brasileiro lá fora.

    “A indústria compra, mas não consegue repassar os custos para o atacado e o varejo, de maneira que as margens dos produtores estão bem ruins. Quem se beneficia são os consumidores”, diz Alves.

    Por CNN Brasil

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