Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Papa defende vacinação e critica posse de armas nucleares como ‘imoral’

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    Cidade do Vaticano, Santa Sé- O papa Francisco pediu nesta segunda-feira (10) à comunidade internacional para “continuar os esforços” para vacinar a população e combater a difusão de “notícias sem fundamento” sobre o coronavírus, além de criticar a posse de armas nucleares.

    “É importante que os esforços continuem para imunizar a população o máximo possível. Isso requer um compromisso múltiplo a nível pessoal, político e da comunidade internacional em seu conjunto”, afirmou o pontífice em seu tradicional discurso no início do ano ao corpo diplomático.

    O papa também condenou a propagação de “notícias sem fundamento” e convidou todos a imporem “uma cura da realidade” diante da pandemia de coronavírus.

    “Infelizmente, cada vez mais constatamos como vivemos em um mundo de fortes contrastes ideológicos. Muitas vezes nos deixamos influenciar pela ideologia do momento, geralmente baseada em notícias sem fundamento ou em fatos pouco documentados”, disse a embaixadores e representantes dos 183 países credenciados à Santa Sé.

    “A pandemia nos impõe uma espécie de ‘cura da realidade’, que requer enfrentar o problema e adotar os remédios adequados para resolvê-lo”, alertou o pontífice.

    “As vacinas não são instrumentos mágicos de cura, mas representam certamente, junto aos tratamentos que estão sendo desenvolvidos, a solução mais razoável para a prevenção da doença”, explicou.

    O pontífice argentino, de 85 anos, se pronunciou várias vezes a favor das campanhas de vacinação contra a covid e voltou a pedir “que as regras monopólicas não constituam mais obstáculos à produção e a um acesso organizado e coerente aos tratamentos a nível mundial”.

    – “Mundo sem armas nucleares” –
    O papa também manifestou hoje sua “preocupação” com a produção de armas nucleares e reiterou que sua posse é “imoral”, após pedir a retomada das negociações sobre este assunto com o Irã.

    “Entre as armas que a humanidade produziu, as nucleares são motivo de preocupação especial”, afirmou o papa.

    “Um mundo sem armas nucleares é possível e necessário”, acrescentou o pontífice ao mencionar a X Conferência para a Revisão do Tratado de Não Proliferação das Armas Nucleares que estava prevista em Nova York e foi adiada devido à pandemia.

    “A Santa Sé continua insistindo que as armas nucleares são instrumentos inadequados para responder às ameaças à segurança no século XXI e que sua posse é imoral”, afirmou.

    “Seu uso, além de produzir consequências humanitárias e ambientais catastróficas, ameaça a própria existência da humanidade”, destacou.

    Para o pontífice argentino, é de “suma importância” que sejam retomadas as negociações sobre o acordo nuclear com o Irã.

    As negociações para salvar o acordo de 2015 e evitar que o Irã desenvolva armas atômicas foram retomadas em novembro de 2021 em Viena, após uma pausa de cinco meses.

    Por Correio Braziliense 

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