Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Em meio a temor de invasão russa na Ucrânia, Bolsas da Europa caem mais de 3%

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    As Bolsas da Europa operam em forte baixa na manhã desta segunda-feira, 14, com perdas superando 3% em algumas praças, em meio a temores de que a Rússia esteja se preparando para invadir a Ucrânia.

    Na sexta-feira, 11, o conselheiro de Segurança Nacional dos Estados UnidosJake Sullivan, disse haver informações de que um ataque russo à Ucrânia poderá ocorrer antes do fim da Olimpíada de Inverno de Pequim, que se encerra no próximo dia 20. No domingo, 13, o presidente dos EUA, Joe Biden, voltou a alertar que a Casa Branca reagirá de forma dura a uma eventual invasão russa.

    Além da questão geopolítica, investidores seguem atentos à perspectiva da política monetária nos EUA e na zona do euro.

    Na semana passada, dados fortes da inflação americana reforçaram a avaliação de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) terá de elevar juros de forma agressiva ao longo do ano. Já na zona do euro, a persistência da inflação alimenta especulação sobre uma possível alta de juros pelo Banco Central Europeu (BCE) ainda este ano.

    Às 7h09, no horário de Brasília, a Bolsa de Londres caía 2,03%, a de Frankfurt recuava 3,31% e a de Paris se desvalorizava 3,28%. Já as de MilãoMadri e Lisboa tinham perdas de 3,57%, 2,88% e 1,95%, respectivamente.

    No câmbio, o euro recuava a US$ 1,1310, de US$ 1,1350 no fim da tarde de sexta-feira, enquanto a libra caía a US$ 1,3513, de US$ 1,3556 na sexta.

    Por Estadão

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